Manual Usuario (PT 2.2)¶
Índice
2 ADMINISTRADOR DE COMPLEMENTOS
2.1. Interface e funcionamento
3.1. O Que podemos fazer com o gvSIG Desktop?
4.3. Vocabulário de termos utilizados no gvSIG
5.2. Salvar alterações em um projeto
5.3. Reencaminhamento ao abrir um projeto
7.2. Configuração de preferências
9.1. Alterar o sistema de coordenadas da Vista
9.2. Definir um CRS de usuário
11.7. Adicionar um serviço OSM
11.8. Adicionar uma base de dados espacial (GeoDB)
11.9. Adicionar PostGIS Raster
11.10. Adicionar camada de eventos
12.2.1. Exportar camada para o formato shp
12.2.2. Exportar camada para o formato dxf
12.2.3. Exportar camada para o formato kml
12.2.4. Exportar camada o formato database (PostGIS)
14 TABELA DE CONTEÚDOS (TOC). operações comuns com camadas
14.2. Ativar / desativar camadas
14.3. Visualizar / ocultar camadas
14.4. Visualizar / ocultar legendas
14.5. Mudar a ordem das camadas no TOC
14.6. Menu contextual de camada
14.8. Copiar / Cortar / Juntar camadas
14.10. Mudar nome de uma camada
16 Propriedades de uma camada vetorial
17.3. Categorias. Valores únicos
17.5. Quantidades. Densidade de pontos
17.7. Quantidades. Símbolos graduados
17.8. Quantidades. Símbolos proporcionais
17.9. Múltiplos atributos. Barras
17.10. Múltiplos atributos. Tortas (ou Pizzas)
17.11. Múltiplos atributos. Quantidades por categoría
17.12. Múltiplos atributos. Tabela enlaçada
17.13. Múltiplos atributos. Símbolo complexo
18.2. Etiquetagem básica. Atributos da etiqueta definidos na tabela.
18.3. Etiquetagem avançada. Etiquetar todas as entidades da mesma maneira.
18.4. Etiquetagem avançada. Etiquetar somente quando as entidades estejam selecionadas.
18.5. Etiquetagem avançada. Definir diferentes classes de entidades e etiquetá-las de maneira diferente. Etiquetagem simples.
18.6. Etiquetagem avançada. Definir diferentes classes de entidades e etiquetá-las de maneira diferente. Etiquetagem por escala.
18.7. Etiquetagem avançada. Opções comuns.
19 PropRiedades de caMaDAs raster
20 Edição e organização de símbolos
20.2. Editor. Símbolo de marcador simples
20.3. Editor. Símbolo de marcador de imagem
20.4. Editor. Símbolo de linha simples
20.5. Editor. Símbolo de linha de imagem
20.6. Editor. Símbolo de preenchimento simples
20.7. Editor. Símbolo de preenchimento de imagem
20.8. Editor. Símbolo de preenchimento de marcadores
21.5. Crime Mapping Symbology (CMS)
22 CRiAR Bibliotecas de símbolos
22.1. Importar símbolos pontuais de imagem
22.2. Criar bibliotecas de símbolos
23.2. Gestor de enquadramentos
23.3. Centrar a Vista sobre um ponto
23.4. Localizador por atributo
23.6. Localizar por Catálogo Geográfico (Gazetteer)
26 Ferramentas de EdiÇÃO gráfica
26.2. Iniciar/ Terminar edição
27 Ferramentas para modificar elementos
27.2. Geometria simétrica (espelho)
27.4. Decompor (explodir) geometria
27.9. Dividir linha por um ponto
27.15. Alongar linha até objeto
27.16. Recortar linha por um objeto
28 Ferramentas para inserir elementos
28.6. Inserir círculo (centro e raio)
28.7. Inserir circunferência (centro e raio)
28.8. Inserir círculo (três pontos)
28.9. Inserir circunferência (três pontos)
28.11. Inserir elipse preenchida
28.14. Inserir polígono regular preenchido
28.15. Inserir polígono regular
28.16. Inserir retângulo preenchido
28.18. Inserir curva spline preenchida
28.20. Inserir matriz retangular
29 Ferramentas de AjUDA Ao DESENHO
30.2. Histórico de fazer/desfazer
34.1. Selecionar camadas raster
36.3. Máscara por região de interesse
38.1. Salvar Vista no raster georreferenciado
38.5. Exportar Vista como imagem
41 GvSIG Geoprocessos. CAmAdaS Vetoriais
42 GvSIG GeoproceSsos. CAMAdaS raster
43 GvSIG GeoprocesSos. RAster multiespectral
44 GvSIG Ferramentas. CaMadas Raster
44.5. Máscara por região de interesse
45 GvSIG Ferramentas. RAster multiespectral
47.4. Edição do modelo sobre a tela
47.5. Armazenamento e recuperação de modelos
48.3. Características das saídas raster
48.4. Executar o processo por lotes
48.5. Processos por lotes com camadas já abertas
49.2. Obter informação sobre os dados
49.3. Obter informações dos geoprocessos
49.6. Manejo de camadas pelo console
49.7. Ajustar as características da camada raster de saída
51.1. Pesquisa de geodados (catálogo)
55.2. Propriedades 3D da Vista
55.2. Propriedades 3D da Camada
58.3. Adicionar um banco de dados
59.4. Detetar e selecionar duplicados
65.1. Ferramentas de inserção de elementos cartográficos
66.1. Ferramentas de inserção de elementos gráficos
67.1. Ferramentas de navegação do Mapa
67.2. Ferramentas de navegação da Vista
70 Ferramentas de exportação e impressão
70.1. Ferramentas de exportação e impressão
72.2. Criar Documento Gráficos
72.4. Editar Gráficos. Propriedades.
73.2. Exportar Vista para formato mapfile
73.3. Edição manual de atributos específicos
74.6. Volcado de una camada de gvSIG para Oracle
76.2. Criar uma Vista portátil
76.6. Gerar pacote distribuível
76.7. Regerar Vista portátil ‘a partir da Vista
76.8. Catálogo de Vistas portáteis
77 SERIES DE MAPAS (MAP SHEETS): InstalaÇÃO
77.3. Importar shapefile como reticulado
77.4. Exportar reticulado para shapefile
77.5. Ajustar folhas em reticulado selecionado
77.6. Configurar mapa com reticulado selecionado
1Instalação
1.1. Introdução
A instalação do gvSIG Desktop (gvSIG, daqui por diante) é muito simples. Há binários disponíveis (instaláveis) de gvSIG para:
Linux 32 bits
Linux 64 bits
Windows 32 bits (compatível com Windows 64 bits)
Existem versões portáteis de gvSIG para cada uma destas três opções. As versões portáteis não requerem instalação, basta baixá-las e descomprimi-las para poder abrir o gvSIG e começar a utilizá-lo.
Os binários e versões portáteis podem ser encontrados no seguinte link:
http://www.gvsig.com/es/productos/gvsig-desktop/descargas
1.2. instalação passo a passo
O processo de instalação é similar para Linux e para Windows.
|
A única precaução adicional que devemos ter em Linux é que o arquivo baixado tenha permissão de execução. No Ubuntu, para dar permissão de execução ao nosso arquivo, o selecionamos, clicamos no botão direito e abrimos suas “Propriedades”. Marcamos a opção “Permitir executar o arquivo como um programa”. |
Passo 1: Seleção do idioma de instalação
Ao executar o arquivo de instalação, aparece uma janela que nos permite selecionar o idioma de instalação (Espanhol ou Inglês). Selecionamos “Spanish” e clicamos em “OK”.
A continuação se pedirá confirmação da instalação de gvSIG. Clicamos em “Sí”.
Passo 2: Aceitação de licença
Ao iniciar-se a instalação, aparece uma primeira mensagem de boas vindas. Clicamos em “Siguiente”.
É apresentada a licença de gvSIG 2.1 (GNU/GPL v.3). Marcamos a opção “Acepto los términos de acuerdo de licencia”.
Passo 3: Selecionar a máquina Java
O gvSIG requer uma máquina Java para funcionar. Neste passo podemos selecionar:
utilizar a identificada de forma automática no sistema.
utilizar outra que tenhamos em nosso sistema.
instalar uma nova (disponível por default na instalação).
|
A única precaução que devemos ter é que se estamos instalando um gvSIG de 32 bits, a máquina java tem de ser de 32 bits. Se estamos instalando um gvSIG de 64 bits, a máquina java tem de ser de 64 bits. Por default, a máquina java de um Linux de 64 bits será de 64 bits, e de um Linux de 32 bits será de 32 bits, com o que a primeira opção não deveria dar problemas. Em caso de dúvida, se aconselha selecionar a terceira opção, de modo que gvSIG utilize a java que instala o mesmo, assegurando compatibilidade. |
Uma vez selecionada a opção, clicamos no botão “Siguiente”.
Passo 4: Selecionar localização
A continuação, devemos indicar a pasta de destino onde se instalará o gvSIG. Por default, é criada a pasta em “Home de usuario”. Clicando no botão “Examinar...”, podemos modificar a localização.
Uma vez confirmada a opção default ou selecionada uma nova, clicamos no botão “Siguiente”.
Passo 5: Começa a instalação
O instalador nos mostrará uma primeira mensagem informativa do início da instalação.
Clicamos em “Siguiente” e uma janela com uma barra de progresso mostrará que o gvSIG está sendo instalado. Neste momento, foi instalado o gvSIG básico. Nos passos seguintes, poderemos personalizar a instalação do gvSIG, instalando os complementos típicos ou acrescentando-lhe complementos adicionais.
Passo 6: Personalizar a instalação
Uma primeira janela nos informa que podemos instalar complementos adicionais ao gvSIG. Os complementos podem ter 3 origens:
O próprio binário de instalação. O arquivo de instalação que baixamos contém um grande número de complementos ou plugins, alguns dos quais não são instalados por default, mas estão disponíveis para instalação. Isto permite personalizar o gvSIG sem dispor de conexão à internet.
Instalação a partir de arquivo. Podemos ter um arquivo com um conjunto de extensões prontas para serem instaladas no gvSIG.
A partir de URL. Mediante uma conexão à Internet podemos ter acesso a todos os complementos disponíveis no servidor de gvSIG e instalar aqueles que necessitemos. A única diferença desta opção com relação à primeira é que podem ter sido publicados complementos adicionais ou actualizações de complementos existentes após a publicação da versão final de gvSIG.
|
Não é necessário que instalemos neste momento nenhum complemento. O “Administrador de complementos” está sempre disponível no gvSIG e podemos ter acesso a ele em qualquer momento no menu “Herramientas”. |
Clicamos em “Siguiente” e aparecerá uma nova janela onde se solicita que se selecione a origem dos complementos que opcionalmente se queira instalar. Uma vez selecionada, clicamos em “Siguiente”.
A janela seguinte mostra duas opções:
instalação típica. Instala os complementos por default. Não permite acrescentar nenhum complemento adicional durante o processo de instalação.
instalação avançada. Permite ter acesso ao “Administrador de complementos” e selecionar aqueles que queiramos adicionar à instalação típica. (para mais informação, ver ítem “Administrador de complementos”)
|
Nota: durante a instalação, podem ser instalados todos os complementos funcionais, mas não as bibliotecas de símbolos, já que estas requerem que se tenha finalizado a instalação. Estas poderão ser instaladas executando-se o “Administrador de complementos” no próprio gvSIG. |
Uma vez selecionados os complementos ou escolhida a opção “instalação típica”, clicamos no botão “Siguiente”.
Passo 7: Finalização da instalação
Uma nova janela informa sobre o progresso da instalação, indicando o número de complementos (pacotes) instalados. Uma vez finalizada a instalação de pacotes, clicamos em “Terminar”.
A última janela informa a finalização do processo de instalação, mostrando três caixinhas de verificação (check box), com opções para:
Abrir o arquivo “Léeme”
Executar gvSIG pela primiera vez após finalizar a instalação.
Criar um acesso direto na Área de Trabalho.
Clicamos em “Finalizar”.
Já podemos começar a trabalhar com gvSIG Desktop.
2ADMINISTRADOR DE COMPLEMENTOS
2.1. Interface e funcionamento
O administrador de complementos é uma funcionalidade que permite personalizar o gvSIG, instalando novas extensões, sejam funcionais ou de outro tipo (bibliotecas de símbolos).
É executado no menu “Herramientas>Administrador de complementos”. Também se pode ter acesso a ele durante o processo de instalação.
A
interface do administrador de complementos se divide em 4 partes:
Lista de complementos disponíveis. São indicados o nome do complemento, a versão e o tipo. As caixinhas de verificação permitem diferenciar entre complementos já instalados (cor verde) e disponíveis (cor branca).
Área de informação referente ao complemento selecionado em “1”.
Área que mostra as “Categorias” e “Tipos” em que se classificam os complementos. Clicando nos botões de “Categorias” e “Tipos”, se atualiza a informação desta coluna.
Ao selecionar uma categoria ou tipo da lista, se executa um filtro que mostrará em “1” somente os complementos relacionados com essa categoria ou esse tipo.
Filtro rápido. Permite realizar un filtro a partir de uma cadeia de texto que introduza o usuário.
2.2. Introdução
Na lista de complementos, podemos ver vários ícones que convém conhecer.
|
|
El complemento es válido solo para Linux 32 bits. |
|
|
El complemento es válido solo para Linux 64 bits. |
|
|
El complemento es oficial. |
|
|
El complemento es oficial y recomendado para el correcto funcionamiento de gvSIG (se incluye en la instalação típica). |
3Introdução
gvSIG Desktop (gvSIG, daqui por diante) é um Sistema de Informação Geográfica desenvolvido em um software livre. Isto é, um instrumento computacional orientado a representar, editar, analisar e gerir informação desde o ponto de vista das relações espaciais.
A licença do gvSIG é GNU/GPL v.3. que outorga ao usuário direitos de livre uso, estudo, melhoria e distribuição.
A primeira versão do gvSIG apareceu em outubro de 2004 e sua origem se encontra na migração para software livre pelo Governo Valenciano, uma administração regional da Espanha. Desde o ano de 2010 o projeto é gerenciado pela Asociação gvSIG.
Desenvolvido dentro de um conceito de colaboração e compartilhamento de conhecimento, o gvSIG evoluiu rapidamente e em poucos anos se transformou em uma das aplicações mais utilizadas para gestão de informação geográfica.
Seja bem-vindo ao gvSIG!
3.1. O Que podemos fazer com o gvSIG Desktop?
O gvSIG é um completo Sistema de Informação Geográfica e como tal, é utilizado para realizar todo tipo de tarefas relacionadas com a gestão territorial.
Se você tem curiosidade em conhecer as diversas formas de uso do gvSIG, clique no link abaixo:
http://outreach.gvsig.org/case-studies
Entre as tarefas que podemos realizar com o gvSIG estão:
Representar dados espacialmente. O gvSIG pode abrir todos os tipos de formatos (vetoriais e raster; arquivos, bases de dados e serviços remotos) e representá-los espacialmente nos diversos sistemas de coordenadas. Pode também aplicar todo tipo de legendas e etiquetas para representação destes dados.
Projetar mapas para impressão. O gvSIG dispõe de ferramentas para projetar mapas com facilidade, permitindo adicionar todo tipo de elementos cartográficos oferencendo opções de impressão e exportação.
Edição. Oferece um amplo conjunto de ferramentas para editar tanto dados cartográficos quanto alfanuméricos.
Análises. O gvSIG conta com ferramentas que facilitam a análise dos dados existentes, tanto cartográficos quanto alfanuméricos. No gvSIG temos disponíveis mais de 300 tipos de geoprocessamento.
Personalizar o gvSIG. Além da possibilidade de ampliação das funcionalidades do gvSIG por meio do Java, o software conta com um módulo de script sobre Python.
4Conhecendo o gvSIG
O gvSIG permite trabalhar com diferentes tipos de documentos. Nestes podemos gerar mapas, tabelas e gráficos. Cada um destes documentos dispõe de uma série de menus e botões.
Quando salvamos um documento ou projeto no gvSIG cria-se um arquivo com a extensão .gvsproj.
4.1. Interface
Vejamos os principais componentes da interface do gvSIG.
Barra de menus.
Barra de botões.
Gestor de projeto. Permite gerir todos os documentos que compõem um projeto.
Área de trabalho. Nesta área podemos abrir vários documentos de um projeto e trabalhar com eles.
Barra de status. Espaço destinado a dar informação ao usuario.
4.2. Tipos de documentos
No gvSIG encontramos os seguintes documentos:
Vistas: Permite trabalhar com dados gráficos. A informação geográfica se representa como um conjunto de camadas.
Tabelas: Permite trabalhar com dados alfanuméricos.
Mapas: Permite projetar mapas com diversos elementos cartográficos que compõem uma camada (vista, legenda, escala...) para sua impressão ou exportação para PDF.
Gráficos: Permite criar gráficos a partir da informação alfanumérica.
|
Nota: Alguns complementos criam novos documentos no gvSIG. Um exemplo é o complemento de “Vista portable”. |
4.3. Vocabulário de termos utilizados no gvSIG
É aconselhável que o usuário do gvSIG se familiarize com os seguintes termos:
5PROJETOS
Os projetos do gvSIG tem a extensão .gvsproj. No menu “Arquivo” encontramos as principais ferramentas relacionadas aos projetos. Também temos a barra de botões correspondente.
|
Menu |
Barra de Botões |
|
|
|
Vejamos cada uma das ferramentas disponíveis:
|
Ícone |
Ferramenta |
Teclas de atalho |
Descrição |
|
|
Novo projeto |
Ctrl+N |
Cria um novo projeto. |
|
|
Abrir projeto |
Ctrl+O |
Abre um projeto existente. |
|
|
Salvar projeto |
Ctrl+S |
Salva a sessão de trabalho. Se estiver trabalhando com um projeto novo irá solicitar o nome do projeto a ser salvo (com extensão .gvsproj). Se estiver trabalhando com um projeto já existente, atualiza as alterações feitas. |
|
|
Salvar como... |
Ctrl+Shift+S |
Salva o trabalho em um novo arquivo, solicitando o nome do mesmo. |
5.2. Salvar alterações em um projeto
Quando se fecha uma sessão de trabalho no gvSIG aparece uma caixa de diálogo que pergunta se deseja salvar as alterações no projeto.
Por padrão o gvSIG deixará ativadas todas as caixas de seleção relacionadas as alterações feitas no projeto e que podem ser salvas. Estas alterações além de fazer referência ao projeto, mostram aquelas camadas e tabelas que estavam em modo de edição antes de se querer fechar o projeto.
Os botões “Selecionar tudo” e “Limpar seleção” permitem ativar e desativar as caixas de seleção existentes.
As opções disponíveis são:
Aceitar: Salva as alterações dos elementos que estão ativados.
Descartar alterações: não salva nenhuma alteração, independentemente dos elementos estarem ativados ou não.
Cancelar: permite fechar a janela e voltar à sessão de trabalho.
5.3. Reencaminhamento ao abrir um projeto
Um projeto do gvSIG salva os caminhos das distintas fontes de dados utilizadas neste projeto. Pode ocorrer que alguns dos caminhos de determinada fonte de dados tenha sido modificado depois da última sessão. Por exemplo, pode haver sido trocado o nome de uma pasta onde estava localizada uma das camadas utilizadas.
Neste caso o gvSIG avisa que existe este problema.
Se selecionamos “Sim”, será mostrada uma nova janela que permitirá localizar a atual localização do arquivo. Se selecionarmos “Não” o projeto se abrirá, mostrando a informação relativa à camada não encontrada.
Uma vez selecionado, o projeto se abrirá, acessando a informação da camada em sua nova localização.
6GErenciador DE PROjETO
O gerenciador de projeto é uma janela onde se organizam todos os documentos que formam parte de um projeto do gvSIG.
A janela do gerenciador de projeto se compõe de quatro áreas principais:
Propriedades da sessão. Informa os dados principais da sessão (nome, localização do arquivo .gvsproj e data de criação).
O botão de “Propriedades” acessa uma nova janela onde pode-se configurar as propriedades da sessão.
|
Na Janela de Propriedade da sessão podemos trocar a cor de seleção. O gvSIG utiliza por padrão a cor amarela para indicar que um elemento está selecionado. |
Tipos de documentos. Mostra os documentos disponíveis no gvSIG. A instalação típica do gvSIG mostra quatro tipos de documentos (Vista, Tabela, Mapa e Gráficos); alguns complementos podem adicionar novos tipos de documentos.
Ao pressionar o ícone de um destes documentos, Trocamos sua iluminação, indicando que é o documento ativo, ativando as áreas 3 e 4 para este tipo de documento. Por padrão, ao criar um novo projeto, será ativado o documento Vista.
Lista de documentos. Mostra a lista de documentos existentes do tipo de documento selecionado. Se, por ejemplo, selecionamos o documento Vista, apareceram todas aas Vistas que se foram criadas no projeto. Se não há nenhum elemento criado o quadro estará em branco.
Barra de ferramentas. Contém as ferramentas para criar, abrir, renomear, apagar e acessar as propriedades de cada tipo de documento.
|
Atalho para o gerenciador de projeto: Através do menu “Mostrar/Gerenciador de projeto” ou com a tecla de atalho “Alt+P” o gvSIG nos mostra o gerenciador de projeto em primeiro plano. |
|
Copiar / colar documentos: Na área de lista de documentos, tendo um dos documentos listados selecionado com o botão direito, será mostrado um menu contextual que permite cortar, copiar e colar documentos. |
7preferências
7.1. Introdução
Na janela de “Preferências” do gvSIG é possível estabelecer determinadas preferências na configuração do gvSIG. Estas preferências se aplicam para todas as sessões do gvSIG.
Para abrir o quadro de diálogo de “Preferências”, podemos utilizar o menu “Mostrar/Configuração” ou o botão correspondente.
|
Menu |
Botão |
|
|
|
Esta caixa de diálogo inclui diversas seções, organizadas em forma de árvore. Cada seção corresponde com opções específicas de configuração.
|
A instalação de alguns complementos pode adicionar novas opções de configuração. |
|
Restaurar opções por default: elimina as distintas modificações que foram configuradas e restaura as opções por default da janela de preferências. |
7.2. Configuração de preferências
Vejamos as distintas preferências que podem ser configuradas no gvSIG
|
Preferência de Anotações |
Mostra uma série de opções que nos permitem configurar o formato das camadas de anotações.
|
|
Export to |
Configura os formatos que aparecerão ao lançar a ferramenta “Exportar a..” do menu “Camada”
|
|
Aparência |
Permite modificar a aparência do gvSIG. requer reiniciar para que os câmbios tenham efeito.
|
|
Pastas |
Permite definir as pastas que, por default, o gvSIG utilizará para acessar projetos, dados, planilhaas de mapa ou bibliotecas de símbolos.
|
|
Configuração de tela |
Configurar a resolução de tela.
Permite calcular a resolução de forma automática seguindo os passos: Medir com uma régua, sobre a tela, a reta desenhada no quadro “Medida de teste”. Escrever no quadro de texto a medida obtida e suas unidades. Clicando no botão “Calcula resolução”, automaticamente proporcionará o valor de resolução em pontos por polegada. |
|
Extensões |
Permite acessar a lista de extensões, ativá-las/desativá-las e configurar sua prioridade. Não se recomenda modificar estas preferências se não for um conhecedor especialista nas implicações destes câmbios. |
|
Idioma |
Permite definir o idioma da interface do gvSIG. Requer re-iniciar para sua correta aplicação.
|
|
Jogo de ícones |
Ainda que, por default, só exista um grupo de ícones instalado, o gvSIG está preparado para poder aplicar distintos grupos de ícones a sua interface. |
|
Navegador web |
Permite selecionar o navegador por default que o gvSIG utilizará para aquelas ferramentas que o necessitem.
|
|
Skin |
Ainda que, por default, só exista um skin disponível, o gvSIG está preparado para poder aplicar distintas “peles” que modifiquem o aspecto da aplicação. |
|
Mapa |
Permite personalizar as preferências de trabalho com documentos Mapa.
|
|
Modos de notificação |
Permite definir o modo de notificação de incidências, mediante uma mensagem na barra de estado ou abrindo uma janela com informação da incidência. É necessário reiniciar o gvSIG para aplicar os câmbios.
|
|
Nova camada |
Permite marcar os formatos disponíveis para a criação de camadas. Por default, o gvSIG dá a opção de Shapefile (.shp). |
|
Raster |
Permite modificar a configuração por default para trabalhar com dados raster.
|
|
Red |
Permite comprovar o estado da conexão à internet.
|
|
Firewall/Proxy |
Se a conexão à internet se dá através de um proxy, esta seção permite estabelecer os parâmetros de conexão que utilizará o gvSIG.
|
|
Simbologia |
Permite definir a simbologia que se aplica por default ao adicionar uma camada vetorial.
|
|
Tile Cache |
Permite definir as propriedades de cache que utilizará o gvSIG.
|
|
Unidades de medida em mapa |
Permite definir as unidades de medida por default.
|
|
Vista |
Configura as opções de trabalho com documentos Vista. Permite estabelecer o sistema de projeção por default que terão as Vistas, os fatores de zoom, cores de fundo e seleção e unidades.
|
|
Comportamento |
Permite configurar o refresh de tela.
|
|
Ordem de camadas no TOC |
Permite configurar a posição na qual se situará uma nova camada no TOC (e, portanto, a ordem de visualização).
|
|
Reticulado |
Permite configurar as opções de reticulado.
|
|
jCRS |
Através do “Administrador de complementos” se pode instalar distintas versões da base de dados EPSG. Nesta seção podemos selecionar, em caso de haver mais de uma base de dados EPSG instalada, com a qual queremos trabalhar.
|
VISTAS
8DOCUMENTO VISTA
8.1. Criar uma Vista
Para criar uma nova Vista em um projeto do gvSIG, no menu “Gestor de projeto”:
Selecionar o ícone de Vista.
Clicar no botão “Novo”. Automaticamente será aberta a Vista que acabamos de criar.
Por padrão uma nova Vista adota o nome “Sem título”. Podemos alterar o nome clicando no botão “Renomear” do “Gestor de projeto” ou na janela de Propriedades (clicando com o botão da direita do mouse sobre o nome da camada), porém a Vista deve estar selecionada. Será mostrada uma janela de diálogo onde é solicitado o novo nome:
Pode-se apagar as vistas selecionadas pelo botão “Apagar” do Gestor de projetos.
Pelo botão “abrir” do Gestor de projeto pode-se abrir as Vistas selecionadas.
8.2. Propriedades da Vista
Podemos acessar a tela de configuração das propriedades da Vista por meio:
De um documento Vista aberto, no menu “Vista/Propriedades”
Do “Gestor de projeto” e tendo a Vista selecionada, clicando no botão “Propriedades”
|
Menu (Documento Vista) |
Botão (Gestor de projeto) |
|
|
|
As opções de configuração da tela de propriedades da Vista são:
Nome. nome da Vista. Permite renomear a Vista.
Data de criação. data de criação da Vista.
Proprietário. espaço opcional para indicar o criador da Vista.
Unidades de mapa, de medida e área. menu suspenso onde podemos selecionar as unidades de trabalho (metros, millas, jardas,...).
Cor de fundo. Por padrão a cor de fundo é o branco. Permite alterar a cor de fundo da Vista. Será mostrada uma nova janela com uma tela apresentando as diversas opções de seleção de cor.
Projeção atual: Por padrão a projeção é EPSG:4326. Permite selecionar outra projeção. Se mostrará uma nova janela (ver item “Sistema de coordenadas”).
Comentários: permite adicionar comentários livres sobre a Vista.
|
Todas as opções desta janela somente são aplicadas no documento Vista atual. No quadro de diálogo de “Preferências” do gvSIG podemos modificar a cor de fundo e a projeção por padrão. |
|
Determinados complementos (plugins) podem adicionar telas adicionais ao quadro de diálogo de Propriedades da Vista . |
9Sistema de coordenadas
9.1. Alterar o sistema de coordenadas da Vista
Para visualizar os dados corretamente, cada Vista utiliza um sistema de coordenadas. Determina a projeção cartográfica da Vista.
|
O sistema de coordenadas da Vista não necessita ser igual ao dos dados que irão ser utilizados na dita Vista, já que o gvSIG dispõe de opções de reprojeção. |
Por padrão as Vistas do gvSIG utilizam a projeção “EPSG:4326”. Através da opção “Propriedades” da Vista podemos alterar o sistema de coordenadas de uma Vista e realizar transformações geográficas.
Ao abrir o quadro de diálogo de Projeção, denominado “Novo CRS”(Coordinate Reference System), será mostrada uma relação dos sistemas de coordenadas utilizados recentemente.
Mediante o menu suspenso “Tipo” acessamos as demais opções que o gvSIG oferece para selecionar um sistema de coordenadas: EPSG, CRS, ESRI, IAU2000 e CRS de usuário. O EPSG contém os sistemas de coordenadas oficiais mais utilizados.
|
European Petroleum Survey Group(EPSG) foi uma organização científica vinculada a indústria do petróleo europeia. O EPSG compilou e difundiu o conjunto de parâmetros geodésicos EPSG, uma base de dados amplamente usada que contem elipsoides, datum, sistemas de coordenadas, projeções cartográficas, etc. As tarefas previamente desempenhadas pela EPSG foram retomadas em 2005 pela International Association of Oil and Gas Producers Surveying and Positioning Committee (OGP). Este Sistema Identificador de Referencia Espacial (SRID, em inglês) continua sendo conhecido como EPSG. (Fonte: Wikipedia) |
Seleciona-se o Tipo “EPSG” do menu suspenso e serão mostradas as seguintes opções para pesquisar um sistema de coordenadas:
Deve-se indicar o critério de pesquisa: código, nome ou área.
Escreve-se a cadeia de texto que se queira pesquisar, ou um código, um nome ou uma área geográfica.
Clicamos o botão “Pesquisar”. Em seguida será mostrada a relação dos sistemas de coordenadas que contenham a cadeia de texto indicada.
Seleciona-se da relação o CRS que queremos aplicar a Vista e clica-se em “OK”.
|
O botão “InfoCRS” que aparece no quadro de diálogo de “Novo CRS” permite acessar a ficha com as propriedades dos sistemas de coordenadas.
|
9.2. Definir um CRS de usuário
Permite a definição de CRS de usuário. Ao selecionar o tipo “CRS de usuário” na tela de “Novo CRS” serão mostradas as seguintes opções:
Escolher um CRS previamente criado, para o que bastará selecioná-lo da relação com os distintos CRS de usuário disponíveis, e clicar em “OK”.
Clicar no botão “Editar” para modificar um CRS de usuário já criado.
Clicar no botão “Eliminar” para apagar um CRS de usuário já criado.
Clicar o botão “Novo” para criar um novo CRS. Esta opção abrirá um novo quadro de diálogo com três abas:
CRS Usuário
Datum
Sistema de Coordenadas
Vejamos cada uma delas:
A aba CRS de usuário permite selecionar entre três opções para criar o CRS:
A partir de definições de usuário. Todas as informações são introduzidas manualmente. Ao selecionar esta opção os painéis das abas “Datum” e “Sistema de Coordenadas” aparecem vazios.
A partir de um CRS Existente. Permite selecionar um CRS da EPSG clicando no botão “...” e carregar seus dados de “Datum” e “Sistema de Coordenadas”, permitindo criar o novo CRS a partir destes dados.
A partir de uma cadeia wkt. Similar a opção anterior, carrega os dados de “Datum” e “Sistema de Coordenadas” do CRS definido pela cadeia wkt introduzida.
|
Podemos copiar uma cadeia wkt mediante o comando “Ctrl+V”. |
Os dados contidos no painel “Datum” e “Sistema de Coordenadas” serão mostrados nas seguintes imagens:
Una vez definidos os distintos parâmetros clica-se no botão “Finalizar” que aparecerá no painel de “Sistema de Coordenadas” e será criado o novo CRS de usuário.
9.3. Reprojetar uma camada
Quando adicionamos camadas que estejam referenciadas a CRS diferentes do da Vista teremos a opção de reprojetá-las. Para isso simplesmente indicaremos a projeção da camada e, se necessária, uma transformação geográfica.
A tela que se acessa para reprojetar uma camada é similar a tela de “Novo CRS”, adicionando a função de aplicar uma transformação geográfica.
Para mais detalhes ver o item “Adicionar camada”.
10 InterfaCE da Vista
10.1. Interface da Vista
As vistas são os documentos do gvSIG que constituem a área de trabalho da informação geográfica. Dentro de uma vista pode existir distintas camadas de informação (hidrografia, comunicações, divisões administrativas, curvas de nível, etc.).
Quando se abre uma Vista pelo Gestor de projetos aparece uma nova tela dividida nos seguintes componentes:
Barra de menus.
Barra de botões.
Tabela de conteúdos (ToC): Serão enumeradas todas as camadas que contenham a Vista e a legenda que representa a simbologia aplicada a cada camada.
Localizador. Permite situar o enquadramento atual sobre toda a área de trabalho.
Área de visualização. Espaço onde é representada a informação geográfica e sobre a qual serão realizadas as principais ações (navegação, seleção, edição, etc.).
Barra de estado. Mostra informações do sistema de coordenadas da Vista, escala de visualização, coordenadas e unidades. As informações resultantes do uso de determinadas ferramentas serão mostradas na barra de estado.
Os componentes 3, 4 e 5 são redimensionáveis, bastando arrastar sua borda para a direita/esquerda e para o Localizador e o TOC também para cima/para baixo.
11 Adicionar CAMADAS
11.1. Introdução
Uma camada é um conjunto de dados com informação geográfica que podem estar armazenados em uma diversidade de formatos: arquivos vetoriais ou raster, serviços remotos, bases de dados,... (Ver “Formatos Suportados”).
Para adicionar uma camada a uma Vista do gvSIG existem distintas maneiras:
Com “Adicionar camada”, fazendo clic no botão “Adicionar camada” ou no menu “Vista/Adicionar camada”.
|
Menu |
Botão |
|
|
|
Copiar/Cortar uma camada de outra Vista. Com o botão direito sobre a camada se acessa um menu contextual com opções para “Copiar” ou “Cortar” uma camada. Com o botão direito sobre o TOC da Vista onde queremos juntá-la, acessamos a opção de “Juntar”.
Arrastar e soltar uma camada desde um navegador de arquivos à Vista do gvSIG.
|
Quando utilizar a ordem “Adicionar camada” em uma mesma sessão, o gvSIG voltará automaticamente à última localização de onde se selecionaram dados para agregar à Vista. |
Ao adicionar uma camada se abrirá uma janela com distintas abas.
Cada aba corresponde a um tipo de dados:
Arquivo: dados armazenados em arquivos (shp, dxf, tiff, asc,...). Podem ser tanto dados vetoriais como raster. O gvSIG admite uma grande variedad de formatos (Ver “Formatos Suportados”).
WMS, WCS, WFS, WMTS: Serviços de acesso a dados remotos segundo os padrões do OGC.
GeoDB: dados vetoriais em bases de dados espaciais.
OSM: Serviços de acesso a imagems (tiles) do OpenStreetMap.
PostGIS Raster: dados raster armazenados em base de dados PostGIS.
11.2. Adicionar um arquivo
Estando na aba de “Arquivo”, se clicamos no botão de “Adicionar” nos aparecerá uma nova janela que nos permite navegar até o arquivo que queremos adicionar.
Uma vez adicionado, veremos como aparece lista; se indica o nome do arquivo e seu CRS. Por default, o gvSIG interpreta que o CRS é o mesmo da Vista. Para modificar o CRS, devemos ter selecionada a camada da lista e clicar no botão “Propriedades”.
Se abrirá uma nova janela com duas abas “Basic” e “Advanced”. De todas as propriedades disponíveis, a que utilizaremos com frequência é “CRS”.
Uma vez definido o CRS, clicando em “OK” se adicionarão as camadas à Vista.
Clicando no botão “...” de CRS poderemos acessar a janela de seleção de sistema de referência. Esta janela é similar à de seleção de sistema de referência de uma Vista (Ver “Sistema de Coordenadas” para mais informação”), salvo pela possibilidade de selecionar uma transformação.
Ao selecionar um CRS para a camada distinta que a da Vista, o gvSIG realiza automticamente uma reprojeção da camada.
|
A reprojeção é “on the fly”. Isto significa que a camada mantém sua projeção original e não muda. Se queremos gerar uma nova camada com uma projeção diferente da original, utilizaremos o geoprocesso “Reprojeção” (Ver “Geoprocessamento”). |
Transformações e conversões
Conforme a ISO 19111, há dois tipos de operações para relacionar dois CRSs distintos: operações de conversão e operações de transformação.
Uma operação de conversão de coordenadas se aplica quando o datum do CRS da camada coincide com o datum do CRS da Vista, ou seja, ambos CRS correspondem ao mesmo sistema de referência geodésico mas estão em sistemas de coordenadas distintos. Quando se elege o CRS da camada, neste caso se deve indicar a opção “Sem Transformação”.
Uma operação de transformação de coordenadas se aplica quando o datum do CRS da camada não coincide com o datum do CRS da Vista. Neste caso se podem representar, por sua vez, dois tipos de operações de coordenadas:
Que a operação unicamente envolva uma transformação, quando o sistema de coordenadas do CRS da camada coincide com o sistema de coordenadas do CRS da Vista; em ambos CRSs a posição se expressa no mesmo sistema de coordenadas mas em diferente datum.
Que se realize uma transformação e uma conversão concatenadas porque não coincidam nem o datum nem o sistema de coordenadas do CRS da camada e do CRS da Vista.
Se é necessária uma operação de transformação, se deve eleger o tipo de transformação no quadro de seleção do CRS da camada, e clicar no botão “Seguinte”, acessando assim o painel da transformação correspondente.
O painel de transformação depende do tipo de transformação a aplicar.
|
Transformação EPSG |
Operações de transformação oficiais de 7 parâmetros definidas no repositório EPSG. No painel deste tipo de transformação aparece uma tabela na qual se incluem todas as transformações aplicáveis da EPSG tomando como CRS fonte ou eleito para a camada e como destino o que foi estabelecido na Vista. Há que se ter em conta que as operações de transformação deste tipo se realizam sempre entre CRS base, ou seja, não projetados, pelo que se o CRS da Vista ou da camada é projetado, nos campos “CRS fonte” e “CRS destino” aparecerá seu correspondente CRS base. Também há que ter em conta que para que este tipo de transformação possa dar-se, tanto o CRS da Vista, como o CRS da camada têm que vir do repositório da EPSG. Se provém de distintos repositórios, a tabela aparecerá vazia. |
|
|
|
|
Transformação manual |
Permite definir uma transformação de Helmert através da introdução de seus sete parâmetros. |
|
|
|
|
Reticulado formato NTv2 |
Transformação baseada em um arquivo reticulado com formato NTv2. Se deve eleger o arquivo a utilizar, podendo selecioná-lo da lista de disponíveis ou importá-lo de uma localização a especificar. Dado que em um arquivo em formato Ntv2 as traslações tem sido calculadas em um CRS base determinado, há que indicar também este dado, que será o CRS base do CRS da Vista, ou o CRS base do CRS da camada. Um arquivo reticulado tem um âmbito de aplicação determinado, que pode ser deduzido da informação que se mostra sobre este arquivo no painel de transformação. Fora deste âmbito, não se realiza operação de transformação alguma, pelo que a precisão na reprojeção será notavelmente inferior, já que somente se estaria aplicando a correspondente operação de conversão entre sistemas de coordenadas. |
|
|
|
|
Transformações recentes |
Permite selecionar uma transformação entre as utilizadas anteriormente. Se se seleciona uma transformação recente, se podem realizar duas ações: Aceitar a transformação ou clicar no botão “Seguinte” para revisar a transformação selecionada. Nos painéis posteriores se acessa a informação da transformação eleita, podendo modificar-se e selecionar outra distinta. |
|
|
|
|
Transformações compostas |
Permite representar dois CRS cujos datums são distintos, não existe transformação direta entre ambos, mas se conhecem transformações desde ambos a um mesmo CRS distinto. Neste caso, a transformação composta terá um papel essencial, ao poder definir duas transformações, uma delas referida ao CRS da camada e a outra ao CRS da Vista definida anteriormente. Com este mecanismo poderemos conseguir que o CRS da camada vá ao CRS da Vista passando antes por um CRS intermediário que está conectado com os dois. Para isso, uma vez selecionado o CRS da camada e como tipo de transformação a composta, se passa a: Definir a transformação a aplicar ao CRS da camada. Definir a transformação a aplicar ao CRS da Vista. |
|
|
11.3. Adicionar um WMS
Os passos para adicionar um WMS através da janela de “Adicionar camada” são:
Estabelecer a conexão
Selecionar a aba “WMS”
Introduzir a URL do servidor. A URL ficará armazenada e se mostrará no quadro destacável para futuras ocasiões.
Fazer clic no botão “Conectar”.
Uma vez estabelecida a conexão, se mostra uma mensagem de boas-vindas no servidor (não sempre).
Na parte inferior da janela se mostra a versão do WMS com a qual se tem estabelecido a conexão.
Uma vez estabelecida a conexão, se ativa o botão “Seguinte”. Clicamos no botão “Seguinte” para começar com a configuração da camada WMS.
|
Pode selecionar a opção “Refresh cache” que buscará a informação do servidor na máquina local. Esta opção terá êxito sempre e quando se tenha conectado anteriormente ao mesmo servidor. |
Informação. Mostra informação do serviço.
Clicamos no botão “Seguinte”.
Camadas. Permite acessar o conjunto de camadas disponíveis no servidor WMS e selecionar aquelas que formarão a camada que queremos adicionar à Vista.
Se mostra a lista de camadas disponíveis. Selecionamos a camada ou camadas que queremos que façam parte de nossa camada WMS. Podemos fazer duplo clic sobre uma camada e automaticamente se adiciona...
... ou clicar no botão “Adicionar”.
Lista de camadas que vamos adicionando. Se pode mudar sua ordem de visualização mediante as flechas de subir/baixar.
Se pode selecionar conservar a estrutura das camadas e mostrar seu nome.
Nome que a camada adotará no TOC.
Clicamos “Seguinte”.
|
Se podem selecionar várias de cada vez, se for mantida clicada a tecla “Control” enquanto se clica com o botão esquerdo do mouse. |
|
Se obterá uma descrição da camada se se movimenta o cursor sobre uma camada e se espera um pequeno intervalo de tempo. Mostra a informação que o servidor oferece sobre estas camadas. |
|
Se adicionamos uma pasta ou WMS conterá todas as camadas listadas nessa pasta. |
Estilos. Permite selecionar entre os distintos tipos de estilos (simbologia) disponíveis. Pode ocorrer que só tenhamos um estilo definido ou que a aba esté desabilitada.
Clicamos no botão seguinte.
Dimensões. Configura o valor para as dimensões das camadas WMS. A propriedade dimensão é, assim como os estilos, opcional, pelo que é possível que esta opção se encontre desabilitada.
Inicialmente não se define nenhuma dimensão. Permite selecionar uma da lista de dimensões da área do “Editor de ajustes”. Se habilitarão os controles da parte inferior direita da aba.
Com o deslizador ”Valor”, poderá navegar pela lista de valores que o servidor define para a dimensão selecionada. Pode movimentar-se até o início, um passo atrás, um passo adiante ou ao final da lista com os botões de navegação que se encontram sob do deslizador.
Se conhece a posição do valor, pode registrá-la no campo de texto e automaticamente se movimentará até tal valor.
Faça clic em “Adicionar” para que se escreva o valor selecionado no campo de texto e pedi-lo ao servidor.
O gvSIG permite escolher entre:
Valor simples: Se seleciona um único valor
Múltiplo: Os valores serão adicionados à lista na ordem em que foram selecionados
Intervalo: Se seleciona um valor inicial e a seguir um valor final
Quando tenha a expressão para sua dimensão completa, faça clic no botão “Estabelecer” e aparecerá no painel de informação.
|
Ainda que cada camada possa definir suas próprias dimensões, só se permite pedir um valor (simples, múltiplo ou intervalo) para uma mesma variável |
|
Pode ser que o servidor entre em conflito com a combinação de camadas e o valor da variável eleita, já que é possível que eleja um valor que não esteja suportado por alguma das camadas que tenha eleito. Se isto acontecer, obterá uma mensagem de erro do servidor. |
|
É possível introduzir uma expressão personalizada no campo de texto. Os controles do quadro de diálogo estão projetados somente para facilitar a edição de expressões para as dimensões, portanto, em qualquer momento se pode editar o campo de texto. |
Formatos. Seleção de formato, sistema de coordenadas e formato de texto.
Permite selecionar o formato de imagem. A principal diferença entre um formato e outro é a capacidade de suportar transparências (por exemplo, PNG suporta transparência, JPEG mostra as áreas transparentes de cor branco opaco).
Permite selecionar o CRS da camada. Deveria ser similar ao da Vista.
Permite selecionar o formato de texto para consultas de informação.
Clicamos no botão “OK” e a camada se adicionará a nossa Vista.
|
Um WMS pode ter como característica uma legenda associada. Nesse caso a legenda se mostrará no TOC. |
11.4. Adicionar um WMTS
Os passos para adicionar um WMTS através da janela de “Adicionar camada” são:
Estabelecer a conexão.
Selecionar a aba “WMTS”
Introduzir a URL do servidor. A URL ficará armazenada e se mostrará no quadro destacável para futuras ocasiões.
Fazer clic no botão “Conectar”.
Uma vez estabelecida a conexão, se mostra um mensagem de boas-vindas no servidor (não sempre).
Na parte inferior da janela se mostra informação do tipo de servidor com o que se tem estabelecida a conexão.
Uma vez estabelecida a conexão se ativa o botão “Seguinte”. Clicamos no botão “Seguinte” para começar com a configuração da camada WMTS.
|
Se pode selecionar a opção “Refresh cache” que buscará a informação do servidor na máquina local. Esta opção terá êxito sempre e quando se tenha conectado anteriormente ao mesmo servidor. |
Informação. Mostra informação do serviço.
Clicamos no botão “Seguinte”.
Camadas. Permite acessar o conjunto de camadas disponíveis no servidor WMTS e selecionar aquela que queremos adicionar à Vista.
Selecionamos o tipo de vista: ver como lista de camadas ou como temas.
Se mostra a lista de camadas disponíveis. Podemos fazer duplo clic sobre uma camada e automaticamente se adiciona...
... ou clicar no botão “Adicionar”.
Nome da camada adicionada.
Clicamos “Seguinte”.
Estilos. Permite selecionar entre os distintos tipos de estilos (simbologia) disponíveis. Pode ocorrer que só tenhamos um estilo definido ou que a aba esteja desabilitada.
Selecionamos o estilo.
Clicamos “Seguinte”.
Formatos. Seleção de formato, sistema de coordenadas e formato de texto.
Permite selecionar o formato de imagem.
Permite selecionar o CRS da camada. Deveria ser similar ao da Vista.
Permite selecionar o formato de texto para consultas de informação.
Clicamos no botão “OK” e a camada se adicionará à nossa Vista.
11.5. Adicionar um WFS
Os passos para adicionar um WFS através da janela de “Adicionar camada” são:
Estabelecer a conexão


