Manual Usuario (PT 2.2)

Índice

1 Instalação

1.1. Introdução

1.2. instalação passo a passo

2 ADMINISTRADOR DE COMPLEMENTOS

2.1. Interface e funcionamento

2.2. Introdução

3 Introdução

3.1. O Que podemos fazer com o gvSIG Desktop?

4 Conhecendo o gvSIG

4.1. Interface

4.2. Tipos de documentos

4.3. Vocabulário de termos utilizados no gvSIG

5 PROJETOS

5.1. Ferramentas de Projeto

5.2. Salvar alterações em um projeto

5.3. Reencaminhamento ao abrir um projeto

6 GErenciador DE PROjETO

6.1. Interface

7 preferências

7.1. Introdução

7.2. Configuração de preferências

8 DOCUMENTO VISTA

8.1. Criar uma Vista

8.2. Propriedades da Vista

9 Sistema de coordenadas

9.1. Alterar o sistema de coordenadas da Vista

9.2. Definir um CRS de usuário

9.3. Reprojetar uma camada

10 InterfaCE da Vista

10.1. Interface da Vista

11 Adicionar CAMADAS

11.1. Introdução

11.2. Adicionar um arquivo

11.3. Adicionar um WMS

11.4. Adicionar um WMTS

11.5. Adicionar um WFS

11.6. Adicionar um WCS

11.7. Adicionar um serviço OSM

11.8. Adicionar uma base de dados espacial (GeoDB)

11.9. Adicionar PostGIS Raster

11.10. Adicionar camada de eventos

12 CRIAR NOVAS CAPAS

12.1. Nova camada

12.2. Exportar camada

12.2.1. Exportar camada para o formato shp

12.2.2. Exportar camada para o formato dxf

12.2.3. Exportar camada para o formato kml

12.2.4. Exportar camada o formato database (PostGIS)

12.3. Exportar para anotações

13 Formatos SUPORTADOS

13.1. Pasta

13.2. Serviços remotos

13.3. Base de dados

14 TABELA DE CONTEÚDOS (TOC). operações comuns com camadas

14.1. Introdução

14.2. Ativar / desativar camadas

14.3. Visualizar / ocultar camadas

14.4. Visualizar / ocultar legendas

14.5. Mudar a ordem das camadas no TOC

14.6. Menu contextual de camada

14.7. Eliminar camadas

14.8. Copiar / Cortar / Juntar camadas

14.9. Agrupamentos de camadas

14.10. Mudar nome de uma camada

15 Propriedades de uma camada

15.1. Introdução

16 Propriedades de uma camada vetorial

16.1. Generalidades

16.2. Hiperlink

16.3. Metadatos

17 simbologia VETORIAL

17.1. Introdução

17.2. Símbolo único

17.3. Categorias. Valores únicos

17.4. Categorías. Expressões

17.5. Quantidades. Densidade de pontos

17.6. Quantidades. Intervalos

17.7. Quantidades. Símbolos graduados

17.8. Quantidades. Símbolos proporcionais

17.9. Múltiplos atributos. Barras

17.10. Múltiplos atributos. Tortas (ou Pizzas)

17.11. Múltiplos atributos. Quantidades por categoría

17.12. Múltiplos atributos. Tabela enlaçada

17.13. Múltiplos atributos. Símbolo complexo

18 etiquetaGEM

18.1. Introdução

18.2. Etiquetagem básica. Atributos da etiqueta definidos na tabela.

18.3. Etiquetagem avançada. Etiquetar todas as entidades da mesma maneira.

18.4. Etiquetagem avançada. Etiquetar somente quando as entidades estejam selecionadas.

18.5. Etiquetagem avançada. Definir diferentes classes de entidades e etiquetá-las de maneira diferente. Etiquetagem simples.

18.6. Etiquetagem avançada. Definir diferentes classes de entidades e etiquetá-las de maneira diferente. Etiquetagem por escala.

18.7. Etiquetagem avançada. Opções comuns.

19 PropRiedades de caMaDAs raster

19.1. Informação

19.2. Geral

19.3. Bandas

19.4. Transparência

19.5. Realce

20 Edição e organização de símbolos

20.1. Explorador de símbolos

20.2. Editor. Símbolo de marcador simples

20.3. Editor. Símbolo de marcador de imagem

20.4. Editor. Símbolo de linha simples

20.5. Editor. Símbolo de linha de imagem

20.6. Editor. Símbolo de preenchimento simples

20.7. Editor. Símbolo de preenchimento de imagem

20.8. Editor. Símbolo de preenchimento de marcadores

21 Bibliotecas de símbolos

21.1. AIGA

21.2. Collective Mapping

21.3. Colors

21.4. Commerce

21.5. Crime Mapping Symbology (CMS)

21.6. Emergency

21.7. Forestry

21.8. G-Maps

21.9. Geology

21.10. gvSIG Basic

21.11. Japanese

21.12. Military-APP6

21.13. Navigational

21.14. Numbers

21.15. OCHA-Humanitarian

21.16. OSM

21.17. POI Cities

21.18. Weather

22 CRiAR Bibliotecas de símbolos

22.1. Importar símbolos pontuais de imagem

22.2. Criar bibliotecas de símbolos

23 Ferramentas de navegaÇÃO

23.1. Introdução

23.2. Gestor de enquadramentos

23.3. Centrar a Vista sobre um ponto

23.4. Localizador por atributo

23.5. Localizador

23.6. Localizar por Catálogo Geográfico (Gazetteer)

24 Ferramentas de informaÇÃO

24.1. Introdução

24.2. Informação

24.3 Consultar área

24.4. Consultar distância

24.5. Hyperlink

25 Ferramentas de seleção

25.1. Introdução

25.2. Seleção por buffer

25.3. Seleção por camada

25.4. Seleção por atributos

26 Ferramentas de EdiÇÃO gráfica

26.1. Introdução

26.2. Iniciar/ Terminar edição

26.3. Console de comandos

26.4. Flatness

27 Ferramentas para modificar elementos

27.1. Introdução

27.2. Geometria simétrica (espelho)

27.3. Polígono interno

27.4. Decompor (explodir) geometria

27.5. Mover geometria

27.6. Girar geometria

27.7. Duplicar geometria

27.8. Dividir geometria

27.9. Dividir linha por um ponto

27.10. Escalar geometria

27.11. Simplificar geometria

27.12. Unir geometrias

27.13. Inserir autopolígono

27.14. Esticar geometria

27.15. Alongar linha até objeto

27.16. Recortar linha por um objeto

27.17. Suavizar linha

27.18. Editar vértice

27.19. Copiar elementos

27.20. Colar elementos

27.21. Eliminar

28 Ferramentas para inserir elementos

28.1. Introdução

28.2. Inserir ponto

28.3. Inserir multiponto

28.4. Inserir linha

28.5. Inserir arco

28.6. Inserir círculo (centro e raio)

28.7. Inserir circunferência (centro e raio)

28.8. Inserir círculo (três pontos)

28.9. Inserir circunferência (três pontos)

28.10. Inserir elipse

28.11. Inserir elipse preenchida

28.12. Inserir polígono

28.13. Inserir polilinha

28.14. Inserir polígono regular preenchido

28.15. Inserir polígono regular

28.16. Inserir retângulo preenchido

28.17. Inserir retangulo

28.18. Inserir curva spline preenchida

28.19. Inserir curva spline

28.20. Inserir matriz retangular

28.21. Inserir matriz polar

29 Ferramentas de AjUDA Ao DESENHO

29.1. Snapping

29.2. Reticulado

30 Ferramentas de ediÇÃO

30.1. Introdução

30.2. Histórico de fazer/desfazer

31 EDITOR DE ATRIBUTOS

31.1. Introdução

32 GEOMETRIAS DERIVADAS

32.1. Introdução

33 Ferramentas rAster

33.1. Introdução

34 caMaDA rAster

34.1. Selecionar camadas raster

34.2. Histograma

34.3. Tabelas de cores

34.4. Informação por ponto

34.5. Regiões de interesse

34.6. Gerar overviews

34.7. Vista de análise

35 rAster multiespectral

35.1. Componentes principais

35.2. Tasseled cap

36 realce

36.1. Filtros RGB

36.2. Realces radiométricos

36.3. Máscara por região de interesse

37 transformaÇÕES geográficas

37.1. Reprojetar camada

37.2. Geolocalização

37.3. Designar projeção

37.4. Georreferenciamento

38 EXPORTAR RASTER

38.1. Salvar Vista no raster georreferenciado

38.2. Salvar como

38.3. Recorte

38.4. Alterar tipo de dado

38.5. Exportar Vista como imagem

39 Geoprocessamento

39.1. Introdução

40 CaIXa de Ferramentas

40.1. Introdução

41 GvSIG Geoprocessos. CAmAdaS Vetoriais

41.1. Agrupar por um campo

41.2. Buffer

41.3. Buffer lateral

41.4. Convex Hull

41.5. Cortar

41.6. Cortar linhas

41.7. Deslocamento em X e Y

41.8. Diferença

41.9. Dissolver

41.10. Fundir espacialmente

41.11. Interseção

41.12. Juntar

41.13. Reprojeção

41.14. Spatial Join

41.15. União

42 GvSIG GeoproceSsos. CAMAdaS raster

42.1. Alterar tipo de dado

42.2. Máscara

43 GvSIG GeoprocesSos. RAster multiespectral

43.1. Componentes principais

43.2. Tasseled cap

44 GvSIG Ferramentas. CaMadas Raster

44.1. Designar projeção

44.2. Alterar tipo de dado

44.3. Exportar

44.4. Filtros

44.5. Máscara por região de interesse

44.6. Realce radiométrico

44.7. Recortar

44.8. Reprojetar

45 GvSIG Ferramentas. RAster multiespectral

45.1. Componentes principais

45.2. Tasseled cap

46 sextante

46.1. Introdução

47 modelador

47.1. Introdução

47.2. Definição de entradas

47.3. Definição de processos

47.4. Edição do modelo sobre a tela

47.5. Armazenamento e recuperação de modelos

48 ProcesSaMENTo por lotes

48.1. Introdução

48.2. Tabela de parâmetros

48.3. Características das saídas raster

48.4. Executar o processo por lotes

48.5. Processos por lotes com camadas já abertas

49 LInHa de comandos

49.1. Introdução

49.2. Obter informação sobre os dados

49.3. Obter informações dos geoprocessos

49.4. Executar geoprocessos

49.5. Executar modelos

49.6. Manejo de camadas pelo console

49.7. Ajustar as características da camada raster de saída

50 HISTÓRICO

50.1. Introdução

51 FERRAMENTAS DE PESQUISA

51.1. Pesquisa de geodados (catálogo)

52 Web map context (wmc)

52.1. Introdução

52.2. Exportar a Vista a WMC

52.3. Abrir WMC

53 3D

53.1. Introdução

53.2. Interface da Vista 3D

54 Ferramentas 3D

54.1. Vista 3D esférica

54.2. Vista 3D plana

54.3. Sincronizar visores

54.4. Sincronizar quadros

54.5. Modo ecrã completo

55 propRiedades 3D

55.1. Preferências 3D

55.2. Propriedades 3D da Vista

55.2. Propriedades 3D da Camada

56 Documento tabela

56.1. Propriedades da Tabela

57 Interface da tabela

57.1. Interface da tabela

58 Adicionar uma tabela

58.1. Introdução

58.2. Adicionar um arquivo

58.3. Adicionar um banco de dados

59 ferramentas da tabela

59.1. Introdução

59.2. União

59.3. Ligação

59.4. Detetar e selecionar duplicados

59.5. Estatísticas

60 Ferramentas de seleção

60.1. Introdução

60.2. Seleção por atributos

61 edição de tabelas

61.1. Introdução

62.2. Acrescentar coluna

63.3. Gestor de colunas

64.4. Calculadora de campos

62 exportar uma tabela

62.1. Exportar uma Tabela

63 MAPA

63.1. Introdução

63.2. Criar um Mapa

63.3. Propriedades de um Mapa

63.4. Preparar página

64 Interface do mapa

64.1. Interface do Mapa

65 Elementos cartográficos

65.1. Ferramentas de inserção de elementos cartográficos

65.2. Inserir Vista

65.3. Inserir Legenda

65.4. Inserir Escala

65.5. Inserir Norte

65.6. Inserir Localizador

65.7. Inserir tabela

66 Elementos gráficos

66.1. Ferramentas de inserção de elementos gráficos

66.2. Inserir gráfico

66.3. Inserir círculo

66.4. Inserir imagem

66.5. Inserir linha

66.6. Inserir ponto

66.7. Inserir polígono

66.8. Inserir multi linha

66.9. Inserir retângulo

66.10. Inserir texto

67 Ferramentas de navegaÇÃO

67.1. Ferramentas de navegação do Mapa

67.2. Ferramentas de navegação da Vista

68 Ferramentas de desenho

68.1. Ferramentas de desenho

68.2. Linha gráfica

68.3. Alinhar

68.4. Tamanho e posição

69 Ferramentas de EDIção

69.1. Ferramentas de edição

70 Ferramentas de exportação e impressão

70.1. Ferramentas de exportação e impressão

71 Modelos de mapa

74.1. Modelos de Mapa

72 Documento gráficos

72.1. Introdução

72.2. Criar Documento Gráficos

72.3. Criar Gráfico

72.4. Editar Gráficos. Propriedades.

73 Publicação

73.1. Introdução

73.2. Exportar Vista para formato mapfile

73.3. Edição manual de atributos específicos

73.4. Carregar no servidor

74 ORACLE SPATIAL/LOCATOR

74.1. Introdução

74.2. Metadatos

74.3. Tipos de dados

74.4. Sistemas de coordenadas

74.5. Leitura de geometrias

74.6. Volcado de una camada de gvSIG para Oracle

75 SÍSMICO

1.1. Introdução

1.2. Funcionamento

76 Vista portÁtil

76.1. Introdução

76.2. Criar uma Vista portátil

76.3. Interface

76.4. Exportar a Vista

76.5. Abrir a Vista origem

76.6. Gerar pacote distribuível

76.7. Regerar Vista portátil ‘a partir da Vista

76.8. Catálogo de Vistas portáteis

77 SERIES DE MAPAS (MAP SHEETS): InstalaÇÃO

77.1. Introdução

77.2. Gerar reticulado

77.3. Importar shapefile como reticulado

77.4. Exportar reticulado para shapefile

77.5. Ajustar folhas em reticulado selecionado

77.6. Configurar mapa com reticulado selecionado

77.7. Arquivo de propriedades mapsheets.properties

78 Documento map sheets

78.1. Documento Map Sheets

78.2. Imprimir páginas

79 Dyschromatopsia

79.1. Introdução

79.2. Funcionamento

1Instalação

1.1. Introdução

A instalação do gvSIG Desktop (gvSIG, daqui por diante) é muito simples. Há binários disponíveis (instaláveis) de gvSIG para:

  • Linux 32 bits

  • Linux 64 bits

  • Windows 32 bits (compatível com Windows 64 bits)

Existem versões portáteis de gvSIG para cada uma destas três opções. As versões portáteis não requerem instalação, basta baixá-las e descomprimi-las para poder abrir o gvSIG e começar a utilizá-lo.

Os binários e versões portáteis podem ser encontrados no seguinte link:

http://www.gvsig.com/es/productos/gvsig-desktop/descargas

1.2. instalação passo a passo

O processo de instalação é similar para Linux e para Windows.

A única precaução adicional que devemos ter em Linux é que o arquivo baixado tenha permissão de execução. No Ubuntu, para dar permissão de execução ao nosso arquivo, o selecionamos, clicamos no botão direito e abrimos suas “Propriedades”. Marcamos a opção “Permitir executar o arquivo como um programa”.

Passo 1: Seleção do idioma de instalação

Ao executar o arquivo de instalação, aparece uma janela que nos permite selecionar o idioma de instalação (Espanhol ou Inglês). Selecionamos “Spanish” e clicamos em “OK”.

A continuação se pedirá confirmação da instalação de gvSIG. Clicamos em “”.

Passo 2: Aceitação de licença

Ao iniciar-se a instalação, aparece uma primeira mensagem de boas vindas. Clicamos em “Siguiente”.

É apresentada a licença de gvSIG 2.1 (GNU/GPL v.3). Marcamos a opção “Acepto los términos de acuerdo de licencia”.

Passo 3: Selecionar a máquina Java

O gvSIG requer uma máquina Java para funcionar. Neste passo podemos selecionar:

  • utilizar a identificada de forma automática no sistema.

  • utilizar outra que tenhamos em nosso sistema.

  • instalar uma nova (disponível por default na instalação).

A única precaução que devemos ter é que se estamos instalando um gvSIG de 32 bits, a máquina java tem de ser de 32 bits. Se estamos instalando um gvSIG de 64 bits, a máquina java tem de ser de 64 bits.

Por default, a máquina java de um Linux de 64 bits será de 64 bits, e de um Linux de 32 bits será de 32 bits, com o que a primeira opção não deveria dar problemas.

Em caso de dúvida, se aconselha selecionar a terceira opção, de modo que gvSIG utilize a java que instala o mesmo, assegurando compatibilidade.

Uma vez selecionada a opção, clicamos no botão “Siguiente”.

Passo 4: Selecionar localização

A continuação, devemos indicar a pasta de destino onde se instalará o gvSIG. Por default, é criada a pasta em “Home de usuario”. Clicando no botão “Examinar...”, podemos modificar a localização.

Uma vez confirmada a opção default ou selecionada uma nova, clicamos no botão “Siguiente”.

Passo 5: Começa a instalação

O instalador nos mostrará uma primeira mensagem informativa do início da instalação.

Clicamos em “Siguiente” e uma janela com uma barra de progresso mostrará que o gvSIG está sendo instalado. Neste momento, foi instalado o gvSIG básico. Nos passos seguintes, poderemos personalizar a instalação do gvSIG, instalando os complementos típicos ou acrescentando-lhe complementos adicionais.

Passo 6: Personalizar a instalação

Uma primeira janela nos informa que podemos instalar complementos adicionais ao gvSIG. Os complementos podem ter 3 origens:

  • O próprio binário de instalação. O arquivo de instalação que baixamos contém um grande número de complementos ou plugins, alguns dos quais não são instalados por default, mas estão disponíveis para instalação. Isto permite personalizar o gvSIG sem dispor de conexão à internet.

  • Instalação a partir de arquivo. Podemos ter um arquivo com um conjunto de extensões prontas para serem instaladas no gvSIG.

  • A partir de URL. Mediante uma conexão à Internet podemos ter acesso a todos os complementos disponíveis no servidor de gvSIG e instalar aqueles que necessitemos. A única diferença desta opção com relação à primeira é que podem ter sido publicados complementos adicionais ou actualizações de complementos existentes após a publicação da versão final de gvSIG.


Não é necessário que instalemos neste momento nenhum complemento. O “Administrador de complementos” está sempre disponível no gvSIG e podemos ter acesso a ele em qualquer momento no menu “Herramientas”.

Clicamos em “Siguiente” e apareceuma nova janela onde se solicita que se selecione a origem dos complementos que opcionalmente se queira instalar. Uma vez selecionada, clicamos em “Siguiente”.

A janela seguinte mostra duas opções:

  • instalação típica. Instala os complementos por default. Não permite acrescentar nenhum complemento adicional durante o processo de instalação.

  • instalação avançada. Permite ter acesso ao “Administrador de complementos” e selecionar aqueles que queiramos adicionar à instalação típica. (para mais informação, ver ítem “Administrador de complementos”)

Nota: durante a instalação, podem ser instalados todos os complementos funcionais, mas não as bibliotecas de símbolos, já que estas requerem que se tenha finalizado a instalação. Estas poderão ser instaladas executando-se o “Administrador de complementos” no próprio gvSIG.

Uma vez selecionados os complementos ou escolhida a opção “instalação típica”, clicamos no botão “Siguiente”.

Passo 7: Finalização da instalação

Uma nova janela informa sobre o progresso da instalação, indicando o número de complementos (pacotes) instalados. Uma vez finalizada a instalação de pacotes, clicamos em “Terminar”.

A última janela informa a finalização do processo de instalação, mostrando três caixinhas de verificação (check box), com opções para:

  • Abrir o arquivo “Léeme

  • Executar gvSIG pela primiera vez após finalizar a instalação.

  • Criar um acesso direto na Área de Trabalho.

Clicamos em “Finalizar”.

Já podemos começar a trabalhar com gvSIG Desktop.


2ADMINISTRADOR DE COMPLEMENTOS

2.1. Interface e funcionamento

O administrador de complementos é uma funcionalidade que permite personalizar o gvSIG, instalando novas extensões, sejam funcionais ou de outro tipo (bibliotecas de símbolos).

É executado no menu “Herramientas>Administrador de complementos”. Também se pode ter acesso a ele durante o processo de instalação.

A interface do administrador de complementos se divide em 4 partes:

  1. Lista de complementos disponíveis. São indicados o nome do complemento, a versão e o tipo. As caixinhas de verificação permitem diferenciar entre complementos já instalados (cor verde) e disponíveis (cor branca).

  2. Área de informação referente ao complemento selecionado em “1”.

  3. Área que mostra as “Categorias” e “Tipos” em que se classificam os complementos. Clicando nos botões de “Categorias” e “Tipos”, se atualiza a informação desta coluna.

    Ao selecionar uma categoria ou tipo da lista, se executa um filtro que mostrará em “1” somente os complementos relacionados com essa categoria ou esse tipo.

  4. Filtro rápido. Permite realizar un filtro a partir de uma cadeia de texto que introduza o usuário.

2.2. Introdução

Na lista de complementos, podemos ver vários ícones que convém conhecer.

El complemento es válido solo para Linux 32 bits.

El complemento es válido solo para Linux 64 bits.

El complemento es oficial.

El complemento es oficial y recomendado para el correcto funcionamiento de gvSIG (se incluye en la instalação típica).

3Introdução

gvSIG Desktop (gvSIG, daqui por diante) é um Sistema de Informação Geográfica desenvolvido em um software livre. Isto é, um instrumento computacional orientado a representar, editar, analisar e gerir informação desde o ponto de vista das relações espaciais.

A licença do gvSIG é GNU/GPL v.3. que outorga ao usuário direitos de livre uso, estudo, melhoria e distribuição.

A primeira versão do gvSIG apareceu em outubro de 2004 e sua origem se encontra na migração para software livre pelo Governo Valenciano, uma administração regional da Espanha. Desde o ano de 2010 o projeto é gerenciado pela Asociação gvSIG.

Desenvolvido dentro de um conceito de colaboração e compartilhamento de conhecimento, o gvSIG evoluiu rapidamente e em poucos anos se transformou em uma das aplicações mais utilizadas para gestão de informação geográfica.

Seja bem-vindo ao gvSIG!

3.1. O Que podemos fazer com o gvSIG Desktop?

O gvSIG é um completo Sistema de Informação Geográfica e como tal, é utilizado para realizar todo tipo de tarefas relacionadas com a gestão territorial.

Se você tem curiosidade em conhecer as diversas formas de uso do gvSIG, clique no link abaixo:

http://outreach.gvsig.org/case-studies

Entre as tarefas que podemos realizar com o gvSIG estão:

  • Representar dados espacialmente. O gvSIG pode abrir todos os tipos de formatos (vetoriais e raster; arquivos, bases de dados e serviços remotos) e representá-los espacialmente nos diversos sistemas de coordenadas. Pode também aplicar todo tipo de legendas e etiquetas para representação destes dados.

  • Projetar mapas para impressão. O gvSIG dispõe de ferramentas para projetar mapas com facilidade, permitindo adicionar todo tipo de elementos cartográficos oferencendo opções de impressão e exportação.

  • Edição. Oferece um amplo conjunto de ferramentas para editar tanto dados cartográficos quanto alfanuméricos.

  • Análises. O gvSIG conta com ferramentas que facilitam a análise dos dados existentes, tanto cartográficos quanto alfanuméricos. No gvSIG temos disponíveis mais de 300 tipos de geoprocessamento.

  • Personalizar o gvSIG. Além da possibilidade de ampliação das funcionalidades do gvSIG por meio do Java, o software conta com um módulo de script sobre Python.


4Conhecendo o gvSIG

O gvSIG permite trabalhar com diferentes tipos de documentos. Nestes podemos gerar mapas, tabelas e gráficos. Cada um destes documentos dispõe de uma série de menus e botões.

Quando salvamos um documento ou projeto no gvSIG cria-se um arquivo com a extensão .gvsproj.

4.1. Interface

Vejamos os principais componentes da interface do gvSIG.

  1. Barra de menus.

  2. Barra de botões.

  3. Gestor de projeto. Permite gerir todos os documentos que compõem um projeto.

  4. Área de trabalho. Nesta área podemos abrir vários documentos de um projeto e trabalhar com eles.

  5. Barra de status. Espaço destinado a dar informação ao usuario.

4.2. Tipos de documentos

No gvSIG encontramos os seguintes documentos:

  • Vistas: Permite trabalhar com dados gráficos. A informação geográfica se representa como um conjunto de camadas.

  • Tabelas: Permite trabalhar com dados alfanuméricos.

  • Mapas: Permite projetar mapas com diversos elementos cartográficos que compõem uma camada (vista, legenda, escala...) para sua impressão ou exportação para PDF.

  • Gráficos: Permite criar gráficos a partir da informação alfanumérica.

Nota: Alguns complementos criam novos documentos no gvSIG. Um exemplo é o complemento de “Vista portable”.

4.3. Vocabulário de termos utilizados no gvSIG

É aconselhável que o usuário do gvSIG se familiarize com os seguintes termos:

Projeto (.gvsproj)

Os projetos do gvSIG permitem a criação de arquivos com a extensão .gvsproj. Um projeto do gvSIG contém as propriedades do arquivo criado (local de armazenamento, base de dados, links web) e o trabalho realizado sobre estes (legendas, etiquetas, mapas, gráficos, etc...).

Camada

A informação de componente geográfico é representada por meio de camadas. Cada camada representa um conjunto determinado de dados, As camadas podem representar a informação mediante a marcação de pontos, linhas ou polígonos, contínuas como modelos digitais de elevação ou imagens raster (fotografias aéreas o imagens de satélite).

Tabela de conteúdos (TOC)

É a área onde se encontram as camadas disponíveis para uma Vista. Permite trocar a posição das camadas (a ordem no TOC corresponde a ordem de visualização), ativar o desativar sua visualização, e mostrar por meio de uma legenda cada camada representada pela informação.

WMS

Web Map Service, serviço de visualização padrão do OGC (Open Geospatial Consortium). Representa a informação geográfica no formato de imagem como PNG, GIF o JPEG.

WMTS

Web Map Tiled Service, serviço de visualização padrão do OGC. Utiliza tesselação para melhorar a velocidade de resposta a respeito do WMS. Representa a informação geográfica em formato de imagem.

WFS

Web Feature Service, serviço padrão do OGC para o acesso a informação vetorial.

WCS

Web Coverage Service, serviço padrão do OGC de acceso a dados raster.

OSM

Acesso a serviços de tesselação do OpenStreetMap.

CRS

Coordinate Reference System. Sistema de referências coordenadas ou, como se denomina mais habitualmente, sistema de referência.

5PROJETOS

5.1. Ferramentas de Projeto

Os projetos do gvSIG tem a extensão .gvsproj. No menu “Arquivo” encontramos as principais ferramentas relacionadas aos projetos. Também temos a barra de botões correspondente.

Menu

Barra de Botões

Vejamos cada uma das ferramentas disponíveis:

Ícone

Ferramenta

Teclas de atalho

Descrição

Novo projeto

Ctrl+N

Cria um novo projeto.

Abrir projeto

Ctrl+O

Abre um projeto existente.

Salvar projeto

Ctrl+S

Salva a sessão de trabalho.

Se estiver trabalhando com um projeto novo irá solicitar o nome do projeto a ser salvo (com extensão .gvsproj).

Se estiver trabalhando com um projeto já existente, atualiza as alterações feitas.

Salvar como...

Ctrl+Shift+S

Salva o trabalho em um novo arquivo, solicitando o nome do mesmo.


5.2. Salvar alterações em um projeto

Quando se fecha uma sessão de trabalho no gvSIG aparece uma caixa de diálogo que pergunta se deseja salvar as alterações no projeto.

Por padrão o gvSIG deixará ativadas todas as caixas de seleção relacionadas as alterações feitas no projeto e que podem ser salvas. Estas alterações além de fazer referência ao projeto, mostram aquelas camadas e tabelas que estavam em modo de edição antes de se querer fechar o projeto.

Os botões “Selecionar tudo” e “Limpar seleção” permitem ativar e desativar as caixas de seleção existentes.

As opções disponíveis são:

  • Aceitar: Salva as alterações dos elementos que estão ativados.

  • Descartar alterações: não salva nenhuma alteração, independentemente dos elementos estarem ativados ou não.

  • Cancelar: permite fechar a janela e voltar à sessão de trabalho.

5.3. Reencaminhamento ao abrir um projeto

Um projeto do gvSIG salva os caminhos das distintas fontes de dados utilizadas neste projeto. Pode ocorrer que alguns dos caminhos de determinada fonte de dados tenha sido modificado depois da última sessão. Por exemplo, pode haver sido trocado o nome de uma pasta onde estava localizada uma das camadas utilizadas.

Neste caso o gvSIG avisa que existe este problema.

Se selecionamos “Sim”, será mostrada uma nova janela que permitirá localizar a atual localização do arquivo. Se selecionarmos “Não” o projeto se abrirá, mostrando a informação relativa à camada não encontrada.

Uma vez selecionado, o projeto se abrirá, acessando a informação da camada em sua nova localização.

6GErenciador DE PROjETO

6.1. Interface

O gerenciador de projeto é uma janela onde se organizam todos os documentos que formam parte de um projeto do gvSIG.

A janela do gerenciador de projeto se compõe de quatro áreas principais:

  1. Propriedades da sessão. Informa os dados principais da sessão (nome, localização do arquivo .gvsproj e data de criação).

O botão de “Propriedades” acessa uma nova janela onde pode-se configurar as propriedades da sessão.

Na Janela de Propriedade da sessão podemos trocar a cor de seleção. O gvSIG utiliza por padrão a cor amarela para indicar que um elemento está selecionado.


  1. Tipos de documentos. Mostra os documentos disponíveis no gvSIG. A instalação típica do gvSIG mostra quatro tipos de documentos (Vista, Tabela, Mapa e Gráficos); alguns complementos podem adicionar novos tipos de documentos.

Ao pressionar o ícone de um destes documentos, Trocamos sua iluminação, indicando que é o documento ativo, ativando as áreas 3 e 4 para este tipo de documento. Por padrão, ao criar um novo projeto, será ativado o documento Vista.

  1. Lista de documentos. Mostra a lista de documentos existentes do tipo de documento selecionado. Se, por ejemplo, selecionamos o documento Vista, apareceram todas aas Vistas que se foram criadas no projeto. Se não há nenhum elemento criado o quadro estará em branco.

  2. Barra de ferramentas. Contém as ferramentas para criar, abrir, renomear, apagar e acessar as propriedades de cada tipo de documento.



Atalho para o gerenciador de projeto: Através do menu “Mostrar/Gerenciador de projeto” ou com a tecla de atalho “Alt+P” o gvSIG nos mostra o gerenciador de projeto em primeiro plano.


Copiar / colar documentos: Na área de lista de documentos, tendo um dos documentos listados selecionado com o botão direito, será mostrado um menu contextual que permite cortar, copiar e colar documentos.


7preferências

7.1. Introdução

Na janela de “Preferências” do gvSIG é possível estabelecer determinadas preferências na configuração do gvSIG. Estas preferências se aplicam para todas as sessões do gvSIG.

Para abrir o quadro de diálogo de “Preferências”, podemos utilizar o menu “Mostrar/Configuração” ou o botão correspondente.

Menu

Botão

Esta caixa de diálogo inclui diversas seções, organizadas em forma de árvore. Cada seção corresponde com opções específicas de configuração.


A instalação de alguns complementos pode adicionar novas opções de configuração.


Restaurar opções por default: elimina as distintas modificações que foram configuradas e restaura as opções por default da janela de preferências.


7.2. Configuração de preferências

Vejamos as distintas preferências que podem ser configuradas no gvSIG

Preferência de Anotações

Mostra uma série de opções que nos permitem configurar o formato das camadas de anotações.

Export to

Configura os formatos que aparecerão ao lançar a ferramenta “Exportar a..” do menu “Camada

Aparência

Permite modificar a aparência do gvSIG. requer reiniciar para que os câmbios tenham efeito.

Pastas

Permite definir as pastas que, por default, o gvSIG utilizará para acessar projetos, dados, planilhaas de mapa ou bibliotecas de símbolos.

Configuração de tela

Configurar a resolução de tela.

Permite calcular a resolução de forma automática seguindo os passos:

  • Medir com uma régua, sobre a tela, a reta desenhada no quadro “Medida de teste”.

  • Escrever no quadro de texto a medida obtida e suas unidades.

  • Clicando no botão “Calcula resolução”, automaticamente proporcionará o valor de resolução em pontos por polegada.

Extensões

Permite acessar a lista de extensões, ativá-las/desativá-las e configurar sua prioridade. Não se recomenda modificar estas preferências se não for um conhecedor especialista nas implicações destes câmbios.

Idioma

Permite definir o idioma da interface do gvSIG. Requer re-iniciar para sua correta aplicação.

Jogo de ícones

Ainda que, por default, só exista um grupo de ícones instalado, o gvSIG está preparado para poder aplicar distintos grupos de ícones a sua interface.

Navegador web

Permite selecionar o navegador por default que o gvSIG utilizará para aquelas ferramentas que o necessitem.

Skin

Ainda que, por default, só exista um skin disponível, o gvSIG está preparado para poder aplicar distintas “peles” que modifiquem o aspecto da aplicação.

Mapa

Permite personalizar as preferências de trabalho com documentos Mapa.

Modos de notificação

Permite definir o modo de notificação de incidências, mediante uma mensagem na barra de estado ou abrindo uma janela com informação da incidência.

É necessário reiniciar o gvSIG para aplicar os câmbios.

Nova camada

Permite marcar os formatos disponíveis para a criação de camadas. Por default, o gvSIG dá a opção de Shapefile (.shp).

Raster

Permite modificar a configuração por default para trabalhar com dados raster.

Red

Permite comprovar o estado da conexão à internet.

Firewall/Proxy

Se a conexão à internet se dá através de um proxy, esta seção permite estabelecer os parâmetros de conexão que utilizará o gvSIG.

Simbologia

Permite definir a simbologia que se aplica por default ao adicionar uma camada vetorial.

Tile Cache

Permite definir as propriedades de cache que utilizará o gvSIG.

Unidades de medida em mapa

Permite definir as unidades de medida por default.

Vista

Configura as opções de trabalho com documentos Vista.

Permite estabelecer o sistema de projeção por default que terão as Vistas, os fatores de zoom, cores de fundo e seleção e unidades.

Comportamento

Permite configurar o refresh de tela.

Ordem de camadas no TOC

Permite configurar a posição na qual se situará uma nova camada no TOC (e, portanto, a ordem de visualização).

Reticulado

Permite configurar as opções de reticulado.

jCRS

Através do “Administrador de complementos” se pode instalar distintas versões da base de dados EPSG. Nesta seção podemos selecionar, em caso de haver mais de uma base de dados EPSG instalada, com a qual queremos trabalhar.





VISTAS

8DOCUMENTO VISTA

8.1. Criar uma Vista

Para criar uma nova Vista em um projeto do gvSIG, no menu “Gestor de projeto”:

  1. Selecionar o ícone de Vista.

  2. Clicar no botão “Novo”. Automaticamente será aberta a Vista que acabamos de criar.

Por padrão uma nova Vista adota o nome “Sem título”. Podemos alterar o nome clicando no botão “Renomear” do “Gestor de projeto” ou na janela de Propriedades (clicando com o botão da direita do mouse sobre o nome da camada), porém a Vista deve estar selecionada. Será mostrada uma janela de diálogo onde é solicitado o novo nome:

Pode-se apagar as vistas selecionadas pelo botão “Apagar” do Gestor de projetos.

Pelo botão “abrir” do Gestor de projeto pode-se abrir as Vistas selecionadas.

8.2. Propriedades da Vista

Podemos acessar a tela de configuração das propriedades da Vista por meio:

  • De um documento Vista aberto, no menu “Vista/Propriedades

  • Do “Gestor de projeto” e tendo a Vista selecionada, clicando no botão “Propriedades”

Menu (Documento Vista)

Botão (Gestor de projeto)

As opções de configuração da tela de propriedades da Vista são:

  • Nome. nome da Vista. Permite renomear a Vista.

  • Data de criação. data de criação da Vista.

  • Proprietário. espaço opcional para indicar o criador da Vista.

  • Unidades de mapa, de medida e área. menu suspenso onde podemos selecionar as unidades de trabalho (metros, millas, jardas,...).

  • Cor de fundo. Por padrão a cor de fundo é o branco. Permite alterar a cor de fundo da Vista. Será mostrada uma nova janela com uma tela apresentando as diversas opções de seleção de cor.

  • Projeção atual: Por padrão a projeção é EPSG:4326. Permite selecionar outra projeção. Se mostrará uma nova janela (ver item “Sistema de coordenadas”).

  • Comentários: permite adicionar comentários livres sobre a Vista.

Todas as opções desta janela somente são aplicadas no documento Vista atual. No quadro de diálogo de “Preferências” do gvSIG podemos modificar a cor de fundo e a projeção por padrão.


Determinados complementos (plugins) podem adicionar telas adicionais ao quadro de diálogo de Propriedades da Vista .



9Sistema de coordenadas

9.1. Alterar o sistema de coordenadas da Vista

Para visualizar os dados corretamente, cada Vista utiliza um sistema de coordenadas. Determina a projeção cartográfica da Vista.

O sistema de coordenadas da Vista não necessita ser igual ao dos dados que irão ser utilizados na dita Vista, já que o gvSIG dispõe de opções de reprojeção.

Por padrão as Vistas do gvSIG utilizam a projeção “EPSG:4326”. Através da opção “Propriedades” da Vista podemos alterar o sistema de coordenadas de uma Vista e realizar transformações geográficas.

Ao abrir o quadro de diálogo de Projeção, denominado “Novo CRS”(Coordinate Reference System), será mostrada uma relação dos sistemas de coordenadas utilizados recentemente.

Mediante o menu suspenso “Tipo” acessamos as demais opções que o gvSIG oferece para selecionar um sistema de coordenadas: EPSG, CRS, ESRI, IAU2000 e CRS de usuário. O EPSG contém os sistemas de coordenadas oficiais mais utilizados.


European Petroleum Survey Group(EPSG) foi uma organização científica vinculada a indústria do petróleo europeia. O EPSG compilou e difundiu o conjunto de parâmetros geodésicos EPSG, uma base de dados amplamente usada que contem elipsoides, datum, sistemas de coordenadas, projeções cartográficas, etc. As tarefas previamente desempenhadas pela EPSG foram retomadas em 2005 pela International Association of Oil and Gas Producers Surveying and Positioning Committee (OGP).

Este Sistema Identificador de Referencia Espacial (SRID, em inglês) continua sendo conhecido como EPSG. (Fonte: Wikipedia)

Seleciona-se o Tipo “EPSG” do menu suspenso e serão mostradas as seguintes opções para pesquisar um sistema de coordenadas:

  1. Deve-se indicar o critério de pesquisa: código, nome ou área.

  2. Escreve-se a cadeia de texto que se queira pesquisar, ou um código, um nome ou uma área geográfica.

  3. Clicamos o botão “Pesquisar”. Em seguida será mostrada a relação dos sistemas de coordenadas que contenham a cadeia de texto indicada.

  4. Seleciona-se da relação o CRS que queremos aplicar a Vista e clica-se em “OK”.

O botão “InfoCRS” que aparece no quadro de diálogo de “Novo CRS” permite acessar a ficha com as propriedades dos sistemas de coordenadas.

9.2. Definir um CRS de usuário

Permite a definição de CRS de usuário. Ao selecionar o tipo “CRS de usuário” na tela de “Novo CRS” serão mostradas as seguintes opções:

  • Escolher um CRS previamente criado, para o que bastará selecioná-lo da relação com os distintos CRS de usuário disponíveis, e clicar em “OK”.

  • Clicar no botão “Editar” para modificar um CRS de usuário já criado.

  • Clicar no botão “Eliminar” para apagar um CRS de usuário já criado.

  • Clicar o botão “Novo” para criar um novo CRS. Esta opção abrirá um novo quadro de diálogo com três abas:

    • CRS Usuário

    • Datum

    • Sistema de Coordenadas

  • Vejamos cada uma delas:

A aba CRS de usuário permite selecionar entre três opções para criar o CRS:

  • A partir de definições de usuário. Todas as informações são introduzidas manualmente. Ao selecionar esta opção os painéis das abas “Datum” e “Sistema de Coordenadas” aparecem vazios.

  • A partir de um CRS Existente. Permite selecionar um CRS da EPSG clicando no botão “...” e carregar seus dados de “Datum” e “Sistema de Coordenadas”, permitindo criar o novo CRS a partir destes dados.

  • A partir de uma cadeia wkt. Similar a opção anterior, carrega os dados de “Datum” e “Sistema de Coordenadas” do CRS definido pela cadeia wkt introduzida.

Podemos copiar uma cadeia wkt mediante o comando “Ctrl+V”.

Os dados contidos no painel “Datum” e “Sistema de Coordenadas” serão mostrados nas seguintes imagens:

Una vez definidos os distintos parâmetros clica-se no botão “Finalizar” que aparecerá no painel de “Sistema de Coordenadas” e será criado o novo CRS de usuário.

9.3. Reprojetar uma camada

Quando adicionamos camadas que estejam referenciadas a CRS diferentes do da Vista teremos a opção de reprojetá-las. Para isso simplesmente indicaremos a projeção da camada e, se necessária, uma transformação geográfica.

A tela que se acessa para reprojetar uma camada é similar a tela de “Novo CRS”, adicionando a função de aplicar uma transformação geográfica.

Para mais detalhes ver o item “Adicionar camada”.

10 InterfaCE da Vista

10.1. Interface da Vista

As vistas são os documentos do gvSIG que constituem a área de trabalho da informação geográfica. Dentro de uma vista pode existir distintas camadas de informação (hidrografia, comunicações, divisões administrativas, curvas de nível, etc.).

Quando se abre uma Vista pelo Gestor de projetos aparece uma nova tela dividida nos seguintes componentes:

  1. Barra de menus.

  2. Barra de botões.

  3. Tabela de conteúdos (ToC): Serão enumeradas todas as camadas que contenham a Vista e a legenda que representa a simbologia aplicada a cada camada.

  4. Localizador. Permite situar o enquadramento atual sobre toda a área de trabalho.

  5. Área de visualização. Espaço onde é representada a informação geográfica e sobre a qual serão realizadas as principais ações (navegação, seleção, edição, etc.).

  6. Barra de estado. Mostra informações do sistema de coordenadas da Vista, escala de visualização, coordenadas e unidades. As informações resultantes do uso de determinadas ferramentas serão mostradas na barra de estado.

Os componentes 3, 4 e 5 são redimensionáveis, bastando arrastar sua borda para a direita/esquerda e para o Localizador e o TOC também para cima/para baixo.

11 Adicionar CAMADAS

11.1. Introdução

Uma camada é um conjunto de dados com informação geográfica que podem estar armazenados em uma diversidade de formatos: arquivos vetoriais ou raster, serviços remotos, bases de dados,... (Ver “Formatos Suportados”).

Para adicionar uma camada a uma Vista do gvSIG existem distintas maneiras:

  • Com “Adicionar camada”, fazendo clic no botão “Adicionar camada” ou no menu “Vista/Adicionar camada”.

Menu

Botão


  • Copiar/Cortar uma camada de outra Vista. Com o botão direito sobre a camada se acessa um menu contextual com opções para “Copiar” ou “Cortar” uma camada. Com o botão direito sobre o TOC da Vista onde queremos juntá-la, acessamos a opção de “Juntar”.

  • Arrastar e soltar uma camada desde um navegador de arquivos à Vista do gvSIG.

Quando utilizar a ordem “Adicionar camada” em uma mesma sessão, o gvSIG voltará automaticamente à última localização de onde se selecionaram dados para agregar à Vista.

Ao adicionar uma camada se abrirá uma janela com distintas abas.

Cada aba corresponde a um tipo de dados:

  • Arquivo: dados armazenados em arquivos (shp, dxf, tiff, asc,...). Podem ser tanto dados vetoriais como raster. O gvSIG admite uma grande variedad de formatos (Ver “Formatos Suportados”).

  • WMS, WCS, WFS, WMTS: Serviços de acesso a dados remotos segundo os padrões do OGC.

  • GeoDB: dados vetoriais em bases de dados espaciais.

  • OSM: Serviços de acesso a imagems (tiles) do OpenStreetMap.

  • PostGIS Raster: dados raster armazenados em base de dados PostGIS.

11.2. Adicionar um arquivo

Estando na aba de “Arquivo”, se clicamos no botão de “Adicionar” nos aparecerá uma nova janela que nos permite navegar até o arquivo que queremos adicionar.

Uma vez adicionado, veremos como aparece lista; se indica o nome do arquivo e seu CRS. Por default, o gvSIG interpreta que o CRS é o mesmo da Vista. Para modificar o CRS, devemos ter selecionada a camada da lista e clicar no botão “Propriedades”.

Se abrirá uma nova janela com duas abas “Basic” e “Advanced”. De todas as propriedades disponíveis, a que utilizaremos com frequência é “CRS”.

Uma vez definido o CRS, clicando em “OK” se adicionarão as camadas à Vista.

Clicando no botão “...” de CRS poderemos acessar a janela de seleção de sistema de referência. Esta janela é similar à de seleção de sistema de referência de uma Vista (Ver “Sistema de Coordenadas” para mais informação”), salvo pela possibilidade de selecionar uma transformação.

Ao selecionar um CRS para a camada distinta que a da Vista, o gvSIG realiza automticamente uma reprojeção da camada.

A reprojeção é “on the fly”. Isto significa que a camada mantém sua projeção original e não muda. Se queremos gerar uma nova camada com uma projeção diferente da original, utilizaremos o geoprocesso “Reprojeção” (Ver “Geoprocessamento”).

Transformações e conversões

Conforme a ISO 19111, há dois tipos de operações para relacionar dois CRSs distintos: operações de conversão e operações de transformação.

Uma operação de conversão de coordenadas se aplica quando o datum do CRS da camada coincide com o datum do CRS da Vista, ou seja, ambos CRS correspondem ao mesmo sistema de referência geodésico mas estão em sistemas de coordenadas distintos. Quando se elege o CRS da camada, neste caso se deve indicar a opção “Sem Transformação”.

Uma operação de transformação de coordenadas se aplica quando o datum do CRS da camada não coincide com o datum do CRS da Vista. Neste caso se podem representar, por sua vez, dois tipos de operações de coordenadas:

  • Que a operação unicamente envolva uma transformação, quando o sistema de coordenadas do CRS da camada coincide com o sistema de coordenadas do CRS da Vista; em ambos CRSs a posição se expressa no mesmo sistema de coordenadas mas em diferente datum.

  • Que se realize uma transformação e uma conversão concatenadas porque não coincidam nem o datum nem o sistema de coordenadas do CRS da camada e do CRS da Vista.

Se é necessária uma operação de transformação, se deve eleger o tipo de transformação no quadro de seleção do CRS da camada, e clicar no botão “Seguinte”, acessando assim o painel da transformação correspondente.

O painel de transformação depende do tipo de transformação a aplicar.

Transformação EPSG

Operações de transformação oficiais de 7 parâmetros definidas no repositório EPSG. No painel deste tipo de transformação aparece uma tabela na qual se incluem todas as transformações aplicáveis da EPSG tomando como CRS fonte ou eleito para a camada e como destino o que foi estabelecido na Vista.

Há que se ter em conta que as operações de transformação deste tipo se realizam sempre entre CRS base, ou seja, não projetados, pelo que se o CRS da Vista ou da camada é projetado, nos campos “CRS fonte” e “CRS destino” aparecerá seu correspondente CRS base. Também há que ter em conta que para que este tipo de transformação possa dar-se, tanto o CRS da Vista, como o CRS da camada têm que vir do repositório da EPSG. Se provém de distintos repositórios, a tabela aparecerá vazia.

Transformação manual

Permite definir uma transformação de Helmert através da introdução de seus sete parâmetros.

Reticulado formato NTv2

Transformação baseada em um arquivo reticulado com formato NTv2. Se deve eleger o arquivo a utilizar, podendo selecioná-lo da lista de disponíveis ou importá-lo de uma localização a especificar. Dado que em um arquivo em formato Ntv2 as traslações tem sido calculadas em um CRS base determinado, há que indicar também este dado, que será o CRS base do CRS da Vista, ou o CRS base do CRS da camada.

Um arquivo reticulado tem um âmbito de aplicação determinado, que pode ser deduzido da informação que se mostra sobre este arquivo no painel de transformação. Fora deste âmbito, não se realiza operação de transformação alguma, pelo que a precisão na reprojeção será notavelmente inferior, já que somente se estaria aplicando a correspondente operação de conversão entre sistemas de coordenadas.

Transformações recentes

Permite selecionar uma transformação entre as utilizadas anteriormente.

Se se seleciona uma transformação recente, se podem realizar duas ações: Aceitar a transformação ou clicar no botão “Seguinte” para revisar a transformação selecionada. Nos painéis posteriores se acessa a informação da transformação eleita, podendo modificar-se e selecionar outra distinta.

Transformações compostas

Permite representar dois CRS cujos datums são distintos, não existe transformação direta entre ambos, mas se conhecem transformações desde ambos a um mesmo CRS distinto.

Neste caso, a transformação composta terá um papel essencial, ao poder definir duas transformações, uma delas referida ao CRS da camada e a outra ao CRS da Vista definida anteriormente.

Com este mecanismo poderemos conseguir que o CRS da camada vá ao CRS da Vista passando antes por um CRS intermediário que está conectado com os dois.

Para isso, uma vez selecionado o CRS da camada e como tipo de transformação a composta, se passa a:

  1. Definir a transformação a aplicar ao CRS da camada.

  2. Definir a transformação a aplicar ao CRS da Vista.

11.3. Adicionar um WMS

Os passos para adicionar um WMS através da janela de “Adicionar camada” são:

  1. Estabelecer a conexão

    1. Selecionar a aba “WMS

    2. Introduzir a URL do servidor. A URL ficará armazenada e se mostrará no quadro destacável para futuras ocasiões.

    3. Fazer clic no botão “Conectar”.

    4. Uma vez estabelecida a conexão, se mostra uma mensagem de boas-vindas no servidor (não sempre).

    5. Na parte inferior da janela se mostra a versão do WMS com a qual se tem estabelecido a conexão.

    6. Uma vez estabelecida a conexão, se ativa o botão “Seguinte”. Clicamos no botão “Seguinte” para começar com a configuração da camada WMS.

      Pode selecionar a opção “Refresh cache” que buscará a informação do servidor na máquina local. Esta opção terá êxito sempre e quando se tenha conectado anteriormente ao mesmo servidor.

  2. Informação. Mostra informação do serviço.

    1. Clicamos no botão “Seguinte”.

  3. Camadas. Permite acessar o conjunto de camadas disponíveis no servidor WMS e selecionar aquelas que formarão a camada que queremos adicionar à Vista.

    1. Se mostra a lista de camadas disponíveis. Selecionamos a camada ou camadas que queremos que façam parte de nossa camada WMS. Podemos fazer duplo clic sobre uma camada e automaticamente se adiciona...

    2. ... ou clicar no botão “Adicionar”.

    3. Lista de camadas que vamos adicionando. Se pode mudar sua ordem de visualização mediante as flechas de subir/baixar.

    4. Se pode selecionar conservar a estrutura das camadas e mostrar seu nome.

    5. Nome que a camada adotará no TOC.

    6. Clicamos “Seguinte”.

        Se podem selecionar várias de cada vez, se for mantida clicada a tecla “Control” enquanto se clica com o botão esquerdo do mouse.

        Se obterá uma descrição da camada se se movimenta o cursor sobre uma camada e se espera um pequeno intervalo de tempo. Mostra a informação que o servidor oferece sobre estas camadas.

        Se adicionamos uma pasta ou WMS conterá todas as camadas listadas nessa pasta.

  4. Estilos. Permite selecionar entre os distintos tipos de estilos (simbologia) disponíveis. Pode ocorrer que só tenhamos um estilo definido ou que a aba esté desabilitada.

    1. Clicamos no botão seguinte.

  5. Dimensões. Configura o valor para as dimensões das camadas WMS. A propriedade dimensão é, assim como os estilos, opcional, pelo que é possível que esta opção se encontre desabilitada.

    1. Inicialmente não se define nenhuma dimensão. Permite selecionar uma da lista de dimensões da área do “Editor de ajustes”. Se habilitarão os controles da parte inferior direita da aba.

    2. Com o deslizador ”Valor”, poderá navegar pela lista de valores que o servidor define para a dimensão selecionada. Pode movimentar-se até o início, um passo atrás, um passo adiante ou ao final da lista com os botões de navegação que se encontram sob do deslizador.

    3. Se conhece a posição do valor, pode registrá-la no campo de texto e automaticamente se movimentará até tal valor.

    4. Faça clic em “Adicionar” para que se escreva o valor selecionado no campo de texto e pedi-lo ao servidor.

      O gvSIG permite escolher entre:

    • Valor simples: Se seleciona um único valor

    • Múltiplo: Os valores serão adicionados à lista na ordem em que foram selecionados

    • Intervalo: Se seleciona um valor inicial e a seguir um valor final

    1. Quando tenha a expressão para sua dimensão completa, faça clic no botão “Estabelecer” e aparecerá no painel de informação.

          Ainda que cada camada possa definir suas próprias dimensões, só se permite pedir um valor (simples, múltiplo ou intervalo) para uma mesma variável

          Pode ser que o servidor entre em conflito com a combinação de camadas e o valor da variável eleita, já que é possível que eleja um valor que não esteja suportado por alguma das camadas que tenha eleito. Se isto acontecer, obterá uma mensagem de erro do servidor.

          É possível introduzir uma expressão personalizada no campo de texto. Os controles do quadro de diálogo estão projetados somente para facilitar a edição de expressões para as dimensões, portanto, em qualquer momento se pode editar o campo de texto.

  1. Formatos. Seleção de formato, sistema de coordenadas e formato de texto.

    1. Permite selecionar o formato de imagem. A principal diferença entre um formato e outro é a capacidade de suportar transparências (por exemplo, PNG suporta transparência, JPEG mostra as áreas transparentes de cor branco opaco).

    2. Permite selecionar o CRS da camada. Deveria ser similar ao da Vista.

    3. Permite selecionar o formato de texto para consultas de informação.

    4. Clicamos no botão “OK” e a camada se adicionará a nossa Vista.

      Um WMS pode ter como característica uma legenda associada. Nesse caso a legenda se mostrará no TOC.

11.4. Adicionar um WMTS

Os passos para adicionar um WMTS através da janela de “Adicionar camada” são:

  1. Estabelecer a conexão.

    1. Selecionar a aba “WMTS

    2. Introduzir a URL do servidor. A URL ficará armazenada e se mostrará no quadro destacável para futuras ocasiões.

    3. Fazer clic no botão “Conectar”.

    4. Uma vez estabelecida a conexão, se mostra um mensagem de boas-vindas no servidor (não sempre).

    5. Na parte inferior da janela se mostra informação do tipo de servidor com o que se tem estabelecida a conexão.

    6. Uma vez estabelecida a conexão se ativa o botão “Seguinte”. Clicamos no botão “Seguinte” para começar com a configuração da camada WMTS.

      Se pode selecionar a opção “Refresh cache” que buscará a informação do servidor na máquina local. Esta opção terá êxito sempre e quando se tenha conectado anteriormente ao mesmo servidor.

  2. Informação. Mostra informação do serviço.

    1. Clicamos no botão “Seguinte”.

  3. Camadas. Permite acessar o conjunto de camadas disponíveis no servidor WMTS e selecionar aquela que queremos adicionar à Vista.

    1. Selecionamos o tipo de vista: ver como lista de camadas ou como temas.

    2. Se mostra a lista de camadas disponíveis. Podemos fazer duplo clic sobre uma camada e automaticamente se adiciona...

    3. ... ou clicar no botão “Adicionar”.

    4. Nome da camada adicionada.

    5. Clicamos “Seguinte”.

  4. Estilos. Permite selecionar entre os distintos tipos de estilos (simbologia) disponíveis. Pode ocorrer que só tenhamos um estilo definido ou que a aba esteja desabilitada.

    1. Selecionamos o estilo.

    2. Clicamos “Seguinte”.

  5. Formatos. Seleção de formato, sistema de coordenadas e formato de texto.

    1. Permite selecionar o formato de imagem.

    2. Permite selecionar o CRS da camada. Deveria ser similar ao da Vista.

    3. Permite selecionar o formato de texto para consultas de informação.

    4. Clicamos no botão “OK” e a camada se adicionará à nossa Vista.

11.5. Adicionar um WFS

Os passos para adicionar um WFS através da janela de “Adicionar camada” são:

  1. Estabelecer a conexão